sexta-feira, 30 de maio de 2014

Um Renovado Derramamento do Espírito Santo David Wilkerson | September 15, 2008



Quando Deus sopra o sopro do Espírito, todos sabem que Ele chegou. Lucas, o autor de Atos escreve, “De repente veio do céu um ruído, como que de um vento impetuoso” (Atos 2:2). Gosto de uma tradução diferente dessa última frase, dizendo “uma rajada, um vento forte”.
Segundo esse versículo, o sopro de Deus veio no Pentecostes com um “ruído do céu”. Lucas diz que esse som era forte, impetuoso, enchendo toda a atmosfera: “e encheu toda casa onde estavam sentados” (2:2).
Algo mais acontece quando o Espírito Santo vem: Ele abala tudo que está à vista. No Pentecostes, os líderes religiosos em Jerusalém ficaram desnorteados com o que viram acontecer entre os seguidores de Jesus; eles tentaram conter o efeito daquele impetuoso sopro do céu.
Mas o Espírito Santo se moveu em Pedro, ungindo-o a dizer, “Vocês podem nos ameaçar e prender, mas não podem parar o vento impetuoso que está soprando sobre a terra. Vocês podem mandar calarmos a boca, mas não podemos parar de falar. Deus soprou sobre nós, nos ungindo, e temos que declarar a palavra que Ele nos deu”.
Então os crentes no Pentecostes se uniram em um grande encontro de louvor e oraram: “Agora pois, ó Senhor, olha para as suas ameaças, e concede aos teus servos que falem com toda a intrepidez a tua palavra, enquanto estendes a mão para curar e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo servo Jesus. E, tendo eles orado, tremeu o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do Espírito Santo, e anunciavam com intrepidez a palavra de Deus” (Atos 4:29-31).
Quero examinar o que os profetas dizem sobre o derramamento final do Espírito Santo sobre a igreja nesses últimos dias
A Bíblia diz que nos últimos dias tudo que puder ser abalado, será. Esse abalo incluirá a igreja, a eleita do próprio Deus. “A voz do qual abalou então a terra... Ainda uma vez hei de abalar não só a terra, mas também o céu” (Hebreus 12:26).
Pedro e os discípulos viram que o que acontecia no Pentecostes era esse derramamento do céu, o qual fora profetizado. Pedro imediatamente se levantou e declarou, “Isto é o que foi dito pelo profeta Joel... derramarei do meu Espírito naqueles dias” (Atos 2:16, 18). Hoje, de igual modo, somos capazes de ver nas escrituras o que o Espírito Santo está fazendo nesses últimos dias – de fato, nessa última hora.
Os profetas do Velho Testamento falam de uma “chuva temporã” e de uma “chuva serôdia”, derramamentos do Espírito descritos por Isaías, Jeremias, Ezequiel e os profetas menores. Malaquias – o último livro do Velho Testamento – descreve a “chuva serôdia” como um acontecimento vindouro que abalará a terra. E Malaquias oferece prova de que a maior obra do Espírito Santo – esse derramar da “chuva serôdia” – está acontecendo agora mesmo, em nossa geração.
A mensagem de Malaquias é uma profecia de duas partes. Primeiro, ele fala para o mundo ímpio, materialista, secular, louco por prazeres. E segundo, ele fala àqueles que amam e temem ao Senhor.
1. Eis o alerta de Malaquias para as nações ímpias
“Pois eis que aquele dia vem ardendo como fornalha; todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade, serão como restolho” (Malaquias 4:1). Vejo evidências por todos os lados de que estamos vivendo exatamente na época que Malaquias descreve. Se já houve um dia ardendo como fornalha, quando tudo está “quente” no mundo inteiro – econômica, social e espiritualmente – esse dia é hoje.
Segundo Malaquias, um holocausto ardente está vindo, e não deixará nada para os ímpios se protegerem: “Não lhes deixará nem raiz nem ramo” (4:1).Todo porto seguro será consumido. Quem irá para esse holocausto atroz? “... todos os soberbos, e todos os que cometem impiedade” (4:1). Isso significa não apenas aqueles que cedem aos vícios e perversões. A grande perversidade da qual Malaquias fala aqui, sugere um arrogante brandir de punhos contra Deus.
Vemos um exemplo moderno desse brandir de punhos na União Europeia. Ela se gaba orgulhosamente de ser uma sociedade secular. Segundo a constituição deles, Deus não tem lugar em sua sociedade, nenhum reconhecimento, Seu nome está completamente apagado. Até onde diz respeito aos líderes da União Europeia, Deus está morto.
Agora mesmo, o nosso país está apontando na mesma direção. Estamos lentamente empurrando Deus para fora de nossos tribunais, escolas e da nossa sociedade. Recusamo-nos a reconhecer Suas bênçãos sobre a nação; ao invés disso dizemos, “Conquistamos tudo com nosso próprio esforço. Somos a maior nação, a mais forte e a mais rica da terra, e alcançamos tudo por nós mesmos”.
Amo o nosso país, mas me arrepio de pensar que essa nação tenha levantado seu nariz contra Deus, sacudindo o punho contra Ele e desafiando-O a agir. A palavra em hebraico para “impiedade” em Malaquias 4:1 significa “arrogância”; é o pior tipo de arrogância ostentar o pecado diante dos céus e dizer, “Deus não vê. Ele não pode fazer nada. Ele não tem nada a ver conosco”.
É arrogância pisotear Sua santa palavra, escarnecendo de tudo o que reflete Seu coração. Veja o escárnio que está sendo feito do casamento com a glorificação das perversões sexuais. É arrogância total legalizar casamento entre dois homens ou duas mulheres e permitir que adotem crianças, um assunto presente agora nos tribunais. Enquanto isso, movimentos vem exigindo direitos para que homens possam ter relações sexuais com crianças.
Enquanto essa iniquidade se desdobra diante de nossos olhos, parecemos estar incapazes de contê-la. Contudo, me pergunto: quanto tempo os ímpios acham que Deus irá tolerar tanta arrogância e não a julgará?
A profecia de Malaquias foi cumprida no passado quando sociedades perversas passaram dos limites
Está claro nas escrituras que o nosso país agora ultrapassou os pecados da desviada nação de Israel, ultrapassou os pecados de Sodoma e Gomorra, ultrapassou a sociedade violenta e perversa de Noé. Isaías profetizou, “Olhe! A escuridão cobre a terra, densas trevas envolvem os povos” (Isaías 60:2). A palavra hebraica para “densas” aqui significa “desalento”. Isaías estava dizendo, “Um desalento negro está vindo e encobrirá toda a terra”.
Jeremias falou sobre tais trevas quando clamou para a apóstata Judá: “Dai glória ao Senhor vosso Deus, antes que venha a escuridão e antes que tropecem vossos pés nos montes tenebrosos; antes que, esperando vós luz, ele a mude em densas trevas, e a reduza a profunda escuridão” (Jeremias 13:16).
Malaquias também fala daquele dia que há de vir, um tempo de trevas e amargor quando Deus irá humilhar os soberbos e os arrogantes. Quando esse dia chegar, o profeta diz, todas as raízes e ramos serão totalmente consumidos, significando que não sobrará nada como base para reconstrução. Antes desse momento na história, o Senhor jamais havia destruído as raízes de recuperação por completo; mas agora, o profeta diz que Deus irá revolver tudo e “não lhes deixará nem raiz”, o que quer dizer, não deixará nenhum meio de recuperação.
Agora mesmo, o dia do acerto de contas chegou para o nosso país e para o mundo. Todos os ramos do governo dos Estados Unidos – incluindo bancos federais e instituições financeiras – verão a queda e a ruína da nossa economia. As corporações antigas e sólidas – velhas instituições enraizadas em nossa sociedade – serão afetadas, com nenhum meio de recuperação visível. A melancólica escuridão se espalhará e as melhores mentes ficarão confusas, sem um jeito para sair das trevas.
Até mesmo o mundo secular vê que os Estados Unidos se direcionam a tempos penosos. Uma edição recente de The Economist mostra a estátua da liberdade sentada, desolada com as mãos no rosto e a tocha largada no chão. A manchete diz “Estados Unidos infelizes”. Os editores escrevem o seguinte, palavra por palavra: “Há um desalento furioso varrendo todo o mundo”... “Fomos gananciosos por muito tempo, e agora a ganância nos venceu”... “É tarde demais. Os deslizamentos e os terremotos já começaram”... “Os Estados Unidos estão em um clima terrível. Estamos rastejando rumo a Sodoma e Gomorra”... “A economia está cambaleando”... “O mundo está sendo assado” (itálicos meus).
Há dez anos, escrevi um livro intitulado America’s Last Call (ultima chamada para os Estados Unidos), prevendo um holocausto econômico. Na época, fui ridicularizado e chamado de pregador do apocalipse (embora eu nunca tenha pregado juízo sem lágrimas). Recentemente, os telefones do nosso ministério têm tocado sem parar com pedidos do livro.
Os Estados Unidos não são a única nação enfrentando um tempo de escuridão. Recentemente, nosso ministério enviou uma equipe para uma cidade grande da Rússia. Eles voltaram relatando que o desespero econômico domina aquela parte da nação. Os custos de gasolina, eletricidade e outras necessidades básicas estão subindo às alturas, com salários somente pela metade do que o povo precisa para sobreviver. Nossa equipe disse que não conseguiu encontrar sorrisos em lugar algum – exceto nas igrejas, onde a esperança era florescente por causa da confiança do povo no Senhor.
Você pode dizer, “As coisas são diferentes nos Estados Unidos. Nossa economia sempre se corrige. Já houve problemas como esses antes, e sempre houve recuperação. Pode levar cinco anos, mas tudo será restaurado”. Porém, e se a palavra de Malaquias for verdadeira? E se todas as raízes de recuperação forem queimadas até o ponto mais baixo, sem qualquer esperança de recuperação?
Agora permita que eu lhe sugira algo: suponha que Malaquias estivesse vivo hoje. E suponha que ele pregasse a mesma mensagem no próximo domingo em sua igreja. Imagine o pastor Malaquias de pé no púlpito. Quando ele encerra a mensagem, repetindo as palavras dos profetas e detalhando as coisas que hão de vir, ele fecha a Bíblia. Aí ele sai do púlpito e vai para o meio da congregação.
As pessoas tremem diante do que ouviram, um dia de trevas e amargura chegando. Mas ao se postar diante deles, um grande sorriso vem à sua face. De repente, ele estende os braços e grita, “Regozijem-se! Essa profecia que vocês acabaram de ouvir não é para vocês. Não é para aqueles que amam e temem ao Senhor. Pelo contrário, essa palavra é para os soberbos, os arrogantes, os corruptos. É um alerta santo para o mundo ímpio.
Sim, haverá efeito colateral com a vinda do dia da fornalha. Os cristãos também sofrerão como efeito dele. Isso não pode ser evitado. Mas Deus enviou uma palavra a vocês, e essa palavra vai lhes guardar através dos tempos difíceis. Que as montanhas se transportem para os mares. Que a economia estremeça e caia. Que tudo o que possa ser abalado, seja abalado. Mas para os que temem ao Senhor, Deus deu uma palavra muito diferente”.
2. Para a igreja vencedora, existe uma profecia inteiramente diferente, gloriosa
Para o povo de Deus, a mensagem não é de melancolia, mas de alegria. Enquanto as trevas cobrem a terra – enquanto os corações dos homens desfalecem de terror ante as terríveis coisas que estão acontecendo – é dito a nós nesse momento “nascerá o sol da justiça, trazendo curas nas suas asas”(Malaquias 4:2).
Na hora mais negra, quando as coisas parecerem sem esperança – quando houver medo por todos os lados, com tudo sendo encoberto pela escuridão – Jesus se erguerá na maior revelação da história. E o mundo testemunhará o Seu poder de salvação e de proteção em toda Sua glória. Em um mundo que já enlouqueceu – quando islâmicos radicais se gabam de terem prevalecido, quando os agnósticos gritam, “Deus está morto!” – Jesus Cristo se erguerá. E Ele brilhará como um Sol curador, mais brilhante que em todas as gerações passadas.
Algo irá acontecer com o povo de Deus como resultado da aparição do Filho. O restante desse versículo diz: “e vós saireis e saltareis como bezerros da estrebaria” (Malaquias 4:2). O original em hebraico é traduzido como “vocês sairão pulando como bezerros quando libertos da estrebaria”.
Isso fala do derramamento da chuva serôdia, o prometido renovar do batismo do Espírito do Santo, incluindo um ruído do céu maior e mais poderoso. Quando isto vier, o Espírito Santo irá restaurar o milagroso: “E concede aos teus servos que falem com toda a intrepidez a tua palavra, enquanto estendes a mão para curar e para que se façam sinais e prodígios pelo nome de teu santo Servo Jesus” (Atos 4:29-30).
Existem três palavras que muitos cristãos não falam mais: sinais, maravilhas e milagres
Para uma geração inteira de crentes, essas três palavras evocam lembranças de muitos abusos na igreja. Numa época em que muitos estavam à procura de obras genuínas de Deus “seguidas por sinais”, charlatões estavam encenando falsas “obras santas”. Assim chamados evangelistas da cura transformavam tudo em um circo – homens e mulheres gananciosos que ofereciam “curas” cobrando por isso.
Agora sempre que muitos de nós ouvimos essas três palavras, sentimentos incômodos surgem dentro de nós: medo do fanatismo, constrangimento pelas zombarias, memórias dolorosas de queridos irmãos e irmãs cuja fé acabou em cinzas por causa de toda essa falsidade. Tragicamente, muitos na igreja de Cristo não esperam que Deus opere mais milagres.
No entanto, por favor, ouça o que vou dizer. O Diabo conhece as escrituras, e sabe que um avivamento genuíno de cura, inspirado pelo Espírito Santo, foi profetizado. É por isso que agora mesmo ele está promovendo suas próprias e deturpadas reuniões de “cura”. Nas reuniões dele, Cristo não é o centro, mas sim a exaltação de anjos ou de algum indivíduo.
Mas o que Malaquias está profetizando não pode ser promovido pelo homem. Não será algo localizado, e não girará em torno de uma personalidade ou de um indivíduo. Antes, apresentará a pregação santa de Cristo. E acontecerá nos lar de crentes vitoriosos de todos os lugares, bem como nas igrejas. Pastores e ministros leigos receberão unção para orar pelos enfermos. Presbíteros se erguerão com renovada fé no poder do nome de Jesus para operar maravilhas. Todos imporão as mãos nos enfermos, e orarão para que sejam curados.
Agora vou acrescentar uma quarta palavra nessa lista de termos que não falamos mais: manifestações. Tememos manifestações da carne, onde as pessoas agem de forma bizarra. Sim, houve muitos destes abusos carnais que foram chamados de “manifestações do Espírito”. Mas se o Espírito Santo realmente se move sobre nós, como fez com Seu povo ao longo das escrituras, não deveríamos ter medo de uma manifestação verdadeira.
E a manifestação que acontecerá no derramar do Espírito nos últimos dias será uma alegria do Espírito Santo. Enquanto o mundo fica sob uma nuvem de melancolia, o testemunho do povo de Deus será de pura alegria. Enquanto os alicerces da sociedade estão sendo arrancados, os seguidores de Jesus serão vistos louvando a Deus em meio aos escombros, oferecendo ajuda e esperança aos mais necessitados.
Precisamos dessa manifestação de alegria mais do que nunca. Dia após dia ouço o povo de Deus dizendo, “É só isso que existe na caminhada cristã? Temos sempre de ficar ligados em sofrimento e provações? O Senhor não fala mais? Ele não cura mais? Não deveríamos esperar respostas quando oramos? Onde está o milagre que Sua palavra promete?”
Deixe-me dar uma resposta muito simples para essas perguntas: milagres e curas se tornam possíveis pelo e através do poder do Espírito Santo. O livro de Atos nos diz que Estevão era um homem “cheio de graça e poder, (e) fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (Atos 6:8). Se formos honestos diante do Senhor, muitos de nós teremos de admitir que perdemos o coração para tamanha fé.
Em multidões de cristãos, o fogo do Espírito Santo está definhando
Deus não pode responder onde não existe fé. E Satanás não fugirá de onde existe medo e incredulidade. O fato é que temos falhado em tomar a nossa autoridade concedida por Deus sobre o Diabo e seu império demoníaco. A palavra de Deus nos diz que o inimigo não está no controle. Está escrito que temos poder sobre ele: “Resisti ao diabo e ele fugirá de vós” (Tiago 4:7).Todavia muitos têm deixado Satanás atropelar inescrupulosamente sua fé sem nenhuma resistência.
Se isso descreve você, Malaquias lhe oferece uma palavra por demais maravilhosa: “E saireis e saltareis como bezerros da estrebaria” (v. Malaquias 4:2). Que palavra incrível para o povo de Deus nesses últimos dias. Malaquias imagina crentes como bezerros confinados em estrebarias. A palavra raiz para “estrebaria” aqui, significa, “amarrados”, “circulando, dando voltas e voltas”.
Você já viu bezerros brincalhões presos em estrebarias? Eles andam em círculos, chutando e fazendo barulho. Você entende o quadro que Malaquias está nos apresentando? Satanás teve êxito em trancar uma multidão de crentes em pequenas estrebarias. Ele os têm mantido trancados, longe dos verdes pastos de Cristo, longe de Suas refrescantes águas tranquilas. Considere o seguinte:
·         Alguns cristãos estão confinados em uma estrebaria de desesperança. Esses crentes estão morrendo de tédio, levantando todos os dias só para darem voltas e mais voltas em seus pequenos mundinhos. Estão amarrados em um espírito de escravidão – de si mesmos, de materialismos, de suas próprias necessidades – sem um pingo de alegria. Muitos cristãos assim desistiram de qualquer esperança de serem livres. Eles suspiram enquanto se lembram dos velhos tempos quando se regozijavam no Senhor. Agora, eles constantemente se perguntam “Deus, onde estás?”.
·         Alguns cristãos estão trancados em uma estrebaria de amargura. A Bíblia diz que amargura é um veneno mortal, chamando-a de “fel”. Preciso enviar um alerta aqui, no amor de Cristo: se você tem uma única raiz de amargura – se você tem qualquer ressentimento racial, qualquer ausência de perdão, qualquer rancor “justificado” – você está no cativeiro da iniquidade. E se você permanecer nesse cativeiro permanecerá confinado numa estrebaria. Você viverá com medo, um bezerro teimoso, e acabará em morte espiritual.
Outras estrebarias confinantes podem ser mencionadas aqui: incredulidade, desespero, medo descontrolado, pecados que assediam. Não importa qual tipo de confinamento seja, a verdade é que não podemos abrir nossas próprias estrebarias. Não podemos nos livrar nós mesmos do medo, do desespero ou da incredulidade com nossa própria força humana. Simplificando, precisamos de um renovado enchimento do Espírito Santo. Caro santo, insisto com você: não siga nem mais um dia satisfeito com as coisas do jeito que estão. O Senhor dá Seu Espírito Santo àqueles que pedem. E a sua soltura deve vir pela fé. Quando Deus promete, “Você sairá e saltará como bezerro livre da estrebaria”, significa mais do que ser liberto do confinamento. Quando Ele abre o portão da nossa estrebaria, iremos emergir dela pulando de alegria. Não teremos mais uma nuvem de melancolia pairando sobre nós, mas seremos libertos para uma caminhada de esperança, liberdade e vida abundante.
 Nesses dias de incertezas e amarguras, o testemunho do poder de Deus serão aqueles que foram libertos das estrebarias. Eles serão vistos se regozijando por verem o Filho se erguendo. E a promessa eterna de Deus ao Seu povo será evidente para todos.
Temos participação quanto a sermos libertos da estrebaria
O Espírito Santo é dado somente aos que pedem. Ore para que o Espírito Santo traga de volta o seu fogo, que renove sua fé, que lhe atraia para mais perto do coração Dele.
Alegria é fruto do Espírito Santo. Como povo de Deus, devemos cantar em voz alta, celebrando com júbilo o Senhor. Devemos louvá-Lo, sentindo vontade ou não. As escrituras dizem que Deus habita no meio dos louvores.
Pode-se argumentar, “Mas é hipocrisia saltar de alegria quando não tenho vontade. Esse tipo de ‘alegria’ não significa nada quando a gente está deprimida e com dor”.
Mais uma vez, ouça Malaquias: “E pisareis os ímpios, porque se farão cinza debaixo das plantas de vossos pés naquele dia que prepararei, diz o Senhor dos exércitos” (Malaquias 4:3). No momento que você aceitar sua soltura – quando você pisar fora do seu confinamento – você colocará o Diabo para correr. Os demônios vão fugir. Não importa que notícias o mundo traga, não importa que aflições ou problemas venham, a palavra de Deus permanece verdadeira. Você pode receber um renovado enchimento do Espírito Santo, e sairá pulando como um bezerro para fora da estrebaria.
Deixo-o com essas gloriosas palavras de promessa:
·         “Porque o Senhor consolará a Sião; consolará a todos os seus lugares assolados, e fará o seu deserto como o Éden e a sua solidão como o jardim do Senhor; gozo e alegria se acharão nela, ação de graças, e voz de cântico” (Isaías 51:3).
·         “O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos pobres. Enviou-me a restaurar os contritos de coração... a apregoar o ano aceitável do Senhor... e ordenar acerca dos tristes de Sião que se lhes dê ornamento por cinza, óleo de alegria por tristeza, veste de louvor por espírito angustiado. Eles se chamarão árvores de justiça, plantação do Senhor, para que ele seja glorificado” (Isaías 61:1-3).


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