quarta-feira, 20 de julho de 2016

Vida sadia de um casamento, só em Deus!




A paz do Senhor Jesus amadas!! 

Nós mulheres cristãs sabemos que fomos criadas por Deus, para sermos ajudadoras de nossos esposos, não é mesmo? Como está escrito nas escrituras sagradas:
 

"E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele". (Gênesis 2:18)
 

Muitas de nós gostaríamos de saber de como ajudar nossos maridos em seus ministério, e não atrapalhar como tenho visto na vida de vários casais. 

Infelizmente muitas mulheres tem tomado a frente dos ministérios de seus maridos, e com certeza não tem como o ministério de nossos maridos prosperar e crescer, se nós como suas esposas quisermos tomar a frente e fazer um papel que não é nosso, vocês concordam? 

Amadas uma esposa pode erguer ou pode destruir seu marido. Como? Não se submetendo a ele, não orando por ele, criticando ele para os outros. Além destas, muitas outras coisas.

Agora como ajudar nossos maridos em seus ministérios?
 

Em primeiro lugar: Devemos orar por ele, e por seu ministério, orar para que Deus dê forças e sabedoria a ele para conduzir seu ministério, pois sabemos amadas que o inimigo faz de tudo para derrubar o servo de Deus.
Então, esse é o primeiro passo: 
"Orai sem cessar" (1 Tes 5:17 ).
 

Em segundo lugar: Seja submissa ao seu esposo, como está escrito:
 

"Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor" (Efésios 5:22)

"De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos" (Efésios 5:24).

"Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra" (1 Pedro 3:1).
Nós, como mulheres virtuosas, temos que ser exemplos para outras mulheres, ainda mais se nossos esposos são pastores, presbíteros, missionários, bispos, e outros ministérios. 

Amadas, quando outras pessoas e mulheres nos vêem submissas aos nossos esposos, com certeza o trabalho deles se torna mais fácil e abençoado. Então querida, seja um bom exemplo para outras mulheres!!
 

Em terceiro lugar: Seja-lhe fiel em tudo.
 

"Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo". (1 Timóteo 3:11)
Seja-lhe fiel em suas orações, submissão, e amando-o sempre!
 

Em quarto lugar:  Seja uma esposa de paz, sempre encoraje seu esposo, pois muitas das vezes amada, o inimigo tenta tanto, e as lutas são tantas, que seu esposo em determinados momentos pode ficar desencorajado e até mesmo frustado com a obra do Senhor.  

E se ele realmente tem uma "esposa ajudadora", com certeza o seu ministério, que você também querida faz parte irá crescer e abençoar mais e mais vidas!!
Agora, o mais importante de tudo amada, sabe o que é? 
É quando nós mulheres virtuosas e ajudadoras, amamos os nossos esposos, e os seus ministérios!!
 

"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor". (1 Coríntios 13:13).  

"Todas as vossas coisas sejam feitas com amor" (1 Coríntios 16:14)
Conclusão: Com estas dicas que dei, com certeza você amada também sabe ajudar e tornar o ministério de seu esposo cada dia melhor. 

Continue principalmente orando, intercedendo, amando e se submetendo a ele. 

Pois como eu escrevi,  infelizmente tenho visto muitos ministérios de homens que não crescem, e até mesmo se acabam por culpa de suas mulheres, que não são ajudadoras, mas sim tropeços na vida e no ministério de seus esposos.
 

Que Deus te abençoe, como ajudadora de seu esposo!!


“COMO AJUDAR SEU MARIDO NO MINISTÉRIO”
 

Muitas esposas de pregadores, hoje, gostariam de saber como ajudar seus maridos no ministério. Uma esposa pode erguer ou pode destruir seu marido. Como? Não se submetendo a ele, não orando por ele, criticando-o aos outros. Além destas, muitas outras coisas.


1. A coisa mais importante que você pode fazer por seu marido é orar. Ore por ele, ore por seu ministério, ore para ele suportar e vencer as pressões que estão sobre ele. Ore pela direção de Deus [na vida do seu marido].

Ore por ele sem cessar ... 
"Orai sem cessar" (1 Tes 5:17 ACF).


2. Submeta-se a ele. Quando outras pessoas vêem você [amorosa, doce e entusiasticamente] se submeter a seu marido você está tornando o seu trabalho mais fácil. Você está sendo um exemplo para outras mulheres. 
"Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor" (Efésios 5:22 ACF)

"De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos" (Efésios 5:24 ACF).

"Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas aos vossos próprios maridos; para que também, se alguns não obedecem à palavra, pelo porte de suas mulheres sejam ganhos sem palavra" (1 Pedro 3:1 ACF).


3. Seja-lhe fiel [fiel ajudadora, fiel ao juramento que lhe fez: “... com todas minhas forças: respeitar-lhe-ei, apoiar-lhe-ei, amar-lhe-ei, ..., na alegria e na tristeza, ..., até que a morte ...”.] Seja-lhe fiel orando por ele, amando-o. 
"Da mesma sorte as esposas sejam honestas, não maldizentes, sóbrias e fiéis em tudo" (1 Timóteo 3:11 ACF)
Algumas vezes seu marido pode vir para casa desencorajado ou frustrado com o ministério. Você deve estar lá encorajando-o.
"Antes, exortai-vos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado" (Hebreus 3:13 ACF).

Encoraje-o de várias maneiras:

3.1. Mande-lhe um [amoroso/ edificante/ encorajador] cartão postal ou notinha (pode ser em papel ou por e-mail ou pelo correio convencional);

3.2. Faça para ele seu biscoito favoritoEmbrulhe-os em um papel colorido, ou coloque-os em uma caixa bem bonita. Vá à igreja enquanto ele estiver fazendo visitas e deixe a caixa sobre sua escrivaninha com um cartão dentro. [Se você puder faça para ele um cartão com sua foto.] Não existe nada mais romântico do que um cartão feito pela própria esposa.

3.3. Surpreenda-o com uma programação para sair à noiteSe suas condições financeiras não estiverem boas para saírem [e jantarem fora ou fazerem algo que implique em despesa extra], então arranje alguém para ficar com seus filhos, faça o jantar preferido dele com todas as suas comidas preferidas [e gozem um bom tempo só os dois, ou saiam para um passeio romântico, para sentarem e conversarem à beira da praia, etc., algo romântico e prazeiroso, mesmo que não envolva grandes despesas].

3.4. Quando ele chegar, não o receba apresentando-lhe os problemas de casaDê- lhe tempo para “esfriar o motor” e recuperar-se dos seus problemas do trabalho :-). Encontre-o à porta com seu refrigerante preferido ou com uma xícara de café. E nunca se esqueça do [caloroso] beijo de boas-vindas!

3.5. A cada mês, presenteie-o com um livro de cupons de cortesias especiaisde modo que, de vez em quando, ele possa gastar um cupom e lhe pedir algo especial, tal como: “dê-me uma massagem nas costas”, ou “dê-me uma noite de especial e mútuo romantismo, ternura e cortesia”. [Pense em algumas coisas pequenas mas muito especiais, para colocar no livro de cupons. Certamente seu marido, mesmo que não escreva um livro físico, lhe surpreenderá perguntando: “E hoje, quer que lhe faça algo especial? Quer que eu cuide do canteiro de flores?”]

3.6. Coloque um bilhete em sua Bíblia [ou agenda ou lancheira] antes dele ir trabalharOu, você pode colocar em sua Bíblia, no domingo de manhã, um cartão com uma nota dizendo: “Eu te amo”. Isto completará sua manhã :-).

A coisa mais importante de tudo é amá-lo!
"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. (1 Coríntios 13:13 ACF) Todas as vossas coisas sejam feitas com amor" (1 Coríntios 16:14 ACF).

Mostre a ele que você o ama.


Com tudo isto (e com tudo o mais do que você pode pensar [e por num papel, melhor do que eu]), você poderá ajudar a tornar melhor o ministério de seu marido. E, quanto mais feliz o seu marido for, mais feliz você também será. :-) 


Após a conclusão de cada etapa da criação, vemos nas Escrituras que o Senhor Deus reconhece que aquela obra feita era algo bom (Gn 1.10,12,18,21,25,31). A única declaração de teor diferente acontece quando Deus olha para o homem que estava sozinho e afirma:“não é bom que o homem esteja só” (Gn 2.18). A sabedoria divina condena o isolamento e nos ensina as bênçãos do companheirismo:
“O solitário busca o seu próprio interesse e insurge-se contra a verdadeira sabedoria” (Provérbios 18.1).
Viver sozinho, salvo exceções como nascer “eunuco” (com este dom) ou se fazer “eunuco” pelo Reino de Deus (por uma situação onde não é permitido um novo casamento), não é o ideal de Deus para todo o homem (Mt 19.12). A Bíblia diz que “melhor é serem dois do que um”, o que deixa isto bem claro:
“Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se caírem, um levanta o companheiro; ai, porém, do que estiver só; pois, caindo, não haverá quem o levante. Também, se dois dormirem juntos, eles se aquentarão; mas um só como se aquentará? Se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão; o cordão de três dobras não se rebenta com facilidade.”  (Eclesiastes 4.9-12)
O rei Salomão, instrumento divino para nos trazer estas palavras, não estava falando especificamente sobre o casamento; ele falava sobre um exemplo de unidade que cabe num relacionamento de amigos, de parceiros de trabalho e ainda outros. E embora estas palavras não se apliquem exclusivamente ao matrimônio, este princípio bíblico também não exclui, em hipótese alguma, a relação conjugal. E é dentro deste contexto, da vida do casal, que queremos buscar entender não apenas o texto em si, mas como estas verdades se relacionam com outras declarações bíblicas acerca do casamento. O escritor de Eclesiastes menciona quatro áreas onde o companheirismo faz toda a diferença e justifica a afirmação de que é melhor serem dois do que um. São elas:
1) Parceria   –   2) Suporte   –   3) Cuidado   –   4) Proteção
Sem estas quatro expressões de companheirismo talvez fosse melhor declarar que é melhor ser um do que dois, uma vez que os “benefícios “que justificam esta afirmação deixaram de estar presentes. Queremos refletir um pouco sobre cada um deles.
PARCERIA
O primeiro benefício mencionado na declaração bíblica de que é melhor serem dois do que um é que os dois terão “melhor paga do trabalho”. Isto fala de duas coisas: da parceria nas conquistas e de sinergia, que é o resultado desta parceria.
Primeiramente queremos analisar a visão de parceria e como isto se encaixa na união matrimonial. A mulher foi criada por Deus para ser uma auxiliadora idônea, capaz (Gn 2.18). Isto significa que o homem não foi criado por Deus para conquistar sozinho e, somente depois, partilhar o “despojo” com sua esposa. Mesmo tendo a responsabilidade de provedor, o homem precisa viver a relação de parceria em cada conquista no casamento. Deus reconheceu que o homem precisaria de ajuda e, ao criar a mulher a fez com toda capacidade de prover ajuda!
Isto fala não só das conquistas materiais e geração de renda. Embora a palavra hebraica traduzida como “paga do trabalho” seja “sakar” – que significa “soldo, salário, pagamento” – ela também tem o significado de “recompensa”. O casamento é uma parceria contínua! Desde a procriação, cuidado, provisão e educação dos filhos até os ganhos materiais e financeiros o casal deve caminhar em parceria. Mesmo sendo o cabeça do lar e tendo a responsabilidade final nas decisões, o esposo deve ouvir os conselhos de sua esposa e incluí-la em seus projetos.
Se cada um quiser viver por si, como se fossem dois solteiros dividindo a mesma cama e o mesmo teto, não poderão dizer que é melhor serem dois do que um. A beleza da parceria, além do companheirismo e cumplicidade nas conquistas, pode também ser vista nos resultados. Melhor paga do trabalho não significa um salário que é dobrado para depois ser repartido entre os dois; isto não faria a menor diferença! Se cada um sozinho ganha quatro mil reais e pode ficar com tudo para si, qual é a vantagem de juntarem suas rendas que, totalizadas, chegam a oito mil reais e depois dividi-la em dois voltando ao resultado inicial? A verdade é que, juntos, mesmo repartindo, o casal conquista mais! Por exemplo, se cada um sozinho produz uma renda de quatro mil reais, mas juntos conseguem produzir doze mil reais (em vez de só os oito mil reais que conseguem sozinhos), então temos uma sinergia. Em vez de somar resultados, a parceria os multiplica! Isto é sinergia e vemos este princípio na Bíblia:
“Como poderia um só perseguir mil, e dois fazerem fugir dez mil, se a sua Rocha lhos não vendera, e o Senhor lhos não entregara?” (Deuteronômio 32.30)
“Perseguireis os vossos inimigos, e cairão à espada diante de vós. Cinco de vós perseguirão a cem, e cem dentre vós perseguirão a dez mil; e os vossos inimigos cairão à espada diante de vós. Para vós outros olharei, e vos farei fecundos, e vos multiplicarei, e confirmarei a minha aliança convosco.” (Levítico 26.7-9)
Falando das batalhas que o povo de Israel iria travar ao entrar na terra Prometida, Moisés, da parte de Deus, fala aos hebreus que um deles perseguiria mil, mas dois juntos não somariam os resultados para dois mil, mas o multiplicariam para dez mil! Também afirma que cinco perseguiriam a cem (o equivalente a vinte pessoas por perseguidor), mas cem perseguiriam a dez mil (o equivalente a cem pessoas por perseguidor). Isto é sinergia. Tanto em um exemplo como no outro vemos que neste tipo de parceria os resultados não se somam, se multiplicam. Podemos trazer este princípio para o planejamento familiar, para a criação dos filhos, para o trabalho e conquistas materiais e, não só para a dimensão natural, mas também para a espiritual: a vida de oração do casal.
Tenho aprendido a incluir a participação de minha esposa em tudo que faço. Desde o planejamento financeiro e decisões que precisam ser tomadas nesta área até as questões do ministério; a Kelly participa na forma como prego e ensino (antes, na preparação, e depois, na avaliação), como conduzo as reuniões ministeriais e a vida da Igreja, em minhas viagens (mesmo quando não pode me acompanhar faz a retaguarda de oração)… Sou muito grato a Deus por me permitir viver em parceria com minha esposa!
Porém, se os cônjuges decidem viver cada um por si, sem a dimensão de parceria proposta nas Escrituras, não poderá se dizer que é melhor serem dois do que um… Reveja estes valores em seu casamento. Não deixe de buscar viver esta poderosa parceria. O casamento não é apenas duas pessoas que decidiram viver juntas, é o ato de construírem juntos uma vida!
SUPORTE
Outra característica importante do companheirismo e que valida a afirmação de que é melhor serem dois do que um, é o suporte. A Escritura Sagrada declara que “se caírem, um levanta o companheiro”. Nos momentos de altos e baixos que enfrentamos, o que está melhor ajuda o outro. Encorajamento, apoio, suporte, são essenciais a união matrimonial.
Muitas pessoas entram com a motivação e expectativa errada no matrimônio; elas entram na aliança matrimonial pensando muito mais em receber do que em oferecer algo. Esperam que o cônjuge, ou mesmo a própria relação, façam-nas felizes. Porém, como já afirmamos, o fato é que não nos casamos com o único propósito de sermos felizes, mas primeiramente, para fazermos o cônjuge feliz (Dt 24.5). A Palavra de Deus nos ensina que o homem casado deve agradar a sua esposa e vice-versa (1 Co 7.33,34).
É correto esperar receber suporte do seu cônjuge, mas antes de esperar receber (ou mesmo cobrar esta atitude), devemos oferecer suporte! Estamos falando dos padrões de Deus para o casamento e não do matrimônio segundo o mundo. Portanto, espera-se dos cônjuges cristãos um comportamento que demonstre maturidade cristã. E esta maturidade nos faz compreender que dar é mais importante do que receber (At 20.35).
Em sua carta aos coríntios, Paulo declara que “o amor não busca os seus próprios interesses” (1 Co 13.5). Escrevendo aos filipenses, o apóstolo também ensina o crente a não olhar só para si, mas para os outros, e afirma o seguinte:
“Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros.” (Filipenses 2.4)
O Senhor Jesus também nos ensinou (não só com palavras, mas principalmente por seu exemplo) acerca da virtude de servir em vez de apenas buscar ser servido:
“Mas Jesus, chamando-os para junto de si, disse-lhes: Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrário, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos. Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Marcos 10.42-45)
A maioria das queixas dos casados contra o próprio cônjuge são cobranças do que o outro deveria ter feito. Infelizmente, somos egoístas demais e focados no próprio umbigo! Contudo, quando em vez de somente querer ser servidos, colocamos nossos cônjuges à frente e passamos primeiro a servir, alimentamos um outro ciclo onde nossos cônjuges, em vez de também apenas cobrarem, passarão a também nos servir com alegria. Não é fácil colocar o outro à frente de seus sonhos, projetos e vontades!
Lembro-me que na ocasião em que o Israel – nosso primeiro filho – nasceu a Kelly entrou numa crise enorme. Estávamos casados há dois anos e meio nesta ocasião, mas a Kelly havia saído de casa e mudado para a nossa cidade cerca de um ano antes do casamento; portanto já estava há pelo menos três anos e meio morando longe dos pais. A distância de quase setecentos quilômetros entre nossa casa e a casa dos meus sogros, somada à uma certa limitação financeira dos primeiros anos de casado, não nos permitia vê-los com tanta frequência como gostaríamos, mas mesmo assim a Kelly nunca deixou de me apoiar e de sustentar a mesma declaração que Rute fez à sua sogra Noemi:
“Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me obrigue a não seguir-te; porque, aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.” (Rute 1.16)
De repente, após o nascimento do Israel, minha esposa começou a demonstrar sinais de tristeza por estar tão longe do restante da família (dela e minha, pois meus pais moravam numa cidade próxima à dos pais dela). Ela dizia que havia se dedicado em me apoiar e acompanhar e que nunca havia se arrependido disto, mas que partia o coração dela saber que o nosso filho iria crescer longe dos avós e do restante da família. Conversamos e oramos acerca disso várias vezes e a situação parecia somente se agravar.
Um dia, tive uma conversa séria com ela; disse que percebia que ela não estava conseguindo superar aquilo, embora continuasse se esforçando muito para me apoiar. Expliquei que, embora ela não reclamasse nem pedisse para nos mudarmos, era evidente que, naquele momento, seu coração não estava mais ali na cidade. Então declarei a ela que, em função do que ela estava enfrentando, eu estava disposto a deixar o pastorado daquela igreja para nos mudarmos para mais perto da cidade dos nossos pais, uma vez que, depois de Deus, a família é nossa maior prioridade. A Kelly se alarmou com minha sugestão e disse que não queria atrapalhar meu ministério. Retruquei que eu poderia exercer o ministério onde quer que estivesse, que já tínhamos uma boa equipe ministerial naquela igreja, e que não havia me mudado para lá afim de ficar ali para sempre. Mesmo assim, ela preferiu orar mais e buscar ao Senhor antes de qualquer decisão precipitada e, acabou entendendo da parte de Deus que não era a hora de nos mudarmos e que o Senhor traria graça e ela venceria aquela crise, como de fato aconteceu.
Mesmo não tendo nos mudado, naquele dia a Kelly percebeu que meu compromisso com ela era bem maior do que ela imaginava. Foi algo parecido com o sacrifício que Deus pediu a Abraão; ainda que ele não tenha chegado ao ponto de imolar Isaque, soube-se que ele teria ido até o fim. Esta foi a minha primeira experiência no casamento onde realmente enxergamos a importância de oferecer suporte um ao outro. Eu faria qualquer coisa para apoiar minha esposa e vê-la feliz; ela, por sua vez, lutava com sua crise não querendo me tirar do propósito divino e achando que, mesmo em meio à lutas e dificuldades, deveria estar ao meu lado a qualquer preço.
Penso que se tivéssemos agido de forma egoísta, com ela lutando para estar perto dos pais e eu lutando pelo meu ministério, nossa relação, em vez de consolidada como foi, teria sofrido um sério desgaste. Oferecer suporte ao cônjuge é algo de um valor imensurável. Se trouxermos este padrão de conduta cristã ao nosso casamento tudo será diferente! Porém, se os cônjuges decidem apenas esperar (ou mesmo cobrar) por suporte da parte do outro, então não poderá se dizer que é melhor serem dois do que um…
Reveja estes valores em seu casamento. Nunca deixe de ser um instrumento divino de apoio e fortalecimento, de consolo e amparo ao seu cônjuge!
CUIDADO
O texto de Eclesiastes também afirma que “se dois dormirem juntos, se aquentarão”. Acredito que isso fala – dentro do contexto da união matrimonial – de levar calor para a vida do companheiro, ajudá-lo a superar os desconfortos da vida, bem como promover pequenas alegrias e cuidados.
Um casal “brigado” normalmente não gosta de dormir junto, porque este é um ato de intimidade. Na minha primeira semana de casado, a Kelly brincou comigo acerca disso. Ela me falou que a mãe dela a havia aconselhado antes de casar, dizendo: “Aconteça o que acontecer, não importa o desentendimento que um dia você e o Luciano possam vir a ter, nunca saia do quarto!”E quando eu ia elogiar a sabedoria da minha sogra ao dar este conselho, ela terminou com a seguinte frase: “Se alguém tiver que sair do quarto, que seja ele! Você, minha filha, defenda o seu território!” Nós rimos juntos da brincadeira, mas decidimos desde aquele dia vigiar para que isto não viesse a acontecer de fato. A Palavra de Deus nos adverte:
“Irai-vos e não pequeis; não se ponha o Sol sobre a sua ira, nem deis lugar ao diabo.” (Efésios 4.26,27)
Isto significa que um casal nunca deve deixar a ira durar até o dia seguinte; pelo contrário, os cônjuges devem se reconciliar antes de dormir! Mas por que a tendência de um casal que se desentende é dormir separado? A verdade é que dormir junto fala de intimidade. Também fala do leito do casal e da sua vida sexual. O conceito de amor e intimidade de um casal está fortemente associado ao quarto e à cama. E este tipo de cuidado mútuo não pode faltar. Porém, aquecer um ao outro é algo que, no casamento, fazemos não só de modo literal, sob cobertas, mas também no âmbito emocional. São conversas, expressões de carinho por meio de palavras, presentes e atitudes que não permitem que o coração do cônjuge se esfrie.
Cuidado não é só prover e arrumar a casa; também fala de coisas pessoais de um para o outro, dos pequenos mimos, de tudo aquilo que mostra que o cônjuge se importa de fato. Quando isso falta, a relação se deteriora, e então, sem estes valores, acabamos tendo que dizer que é melhor ser um do que dois. Reveja a importância do cuidado mútuo em seu casamento. E faça valer a afirmação “é melhor serem dois do que um”.
PROTEÇÃO
O texto de Eclesiastes ainda revela que “se alguém quiser prevalecer contra um, os dois lhe resistirão”. Isso fala de proteção, defesa mútua, cobertura recíproca. Quando as batalhas surgem, o casal deve aprender a se unir e resistir juntos. Há muitos tipos de lutas e de inimigos que tentam prevalecer contra nós. Uma delas, é a batalha que é continuamente travada no reino espiritual contra todo cristão (e matrimônio):
“Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.” (Efésios 6.11-13)
Paulo escreve aos efésios advertindo acerca da realidade da batalha espiritual, mostra claramente quem é o inimigo e revela que, para oferecer resistência, o cristão deve se revestir da armadura de Deus (que é detalhada nos versículos 14 a 17). Mas depois de falar das armas é que ele ensina como se trava esta batalha:
“Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”. (Efésios 6.18)
A oração não é apresentada como uma arma. O ato de orar é a própria guerra onde entramos munidos de toda a armadura de Deus. O primeiro nível de resistência que um casal deve aprender a oferecer é mediante a oração. Temos que cobrir a vida de nosso cônjuge de oração; devemos fazer guerra contra o inimigo (e as circunstâncias) por meio da oração!
Recordo-me de certa ocasião em que o entendimento da necessidade deste tipo de batalha pelo cônjuge ficou, na prática, muito claro para mim. No nosso primeiro ano de casado, a Kelly enfrentou uma luta que vencemos em oração. Certo dia saí cedo de viagem para voltar no fim da tarde do mesmo dia. Por conta de um atraso causado pelo tráfego da rodovia, liguei para casa para dizer a minha esposa que chegaria depois do previsto, o que me faria ir direto para a igreja, uma vez que era dia de culto. Quando pedi que fosse me encontrar na reunião, a Kelly disse que preferia não ir ao culto, pois não estava bem. Perguntei o que ela estava sentindo, posto que pela manhã, quando saí de viagem, ela estava bem. Ela me falou de sintomas físicos, mas também de uma grande batalha emocional e espiritual que passara a sentir no fim da tarde e que não entendia o que era aquilo nem porque estava acontecendo. Senti que deveria orar com ela por telefone mesmo e, travei batalha contra as forças das trevas, abençoei a vida dela, intercedi e desliguei o telefone. Ela me contou depois do culto que estava deitada quando eu orei por ela; de repente, um calorão começou a percorrer seu corpo e fazê-la suar e os sintomas desapareceram completamente. Fiquei espantado quando voltei para casa e ela me mostrou os lençóis e o travesseiro completamente molhados! A Kelly testemunhou que foi imediatamente curada no corpo e que toda nuvem de opressão desapareceu enquanto eu orava por ela. Isto nos fez levar mais a sério a realidade da batalha espiritual que travamos e a importância de cobrirmos de oração a vida um do outro. Gosto de um exemplo bíblico que mostra alguém lutando por outro em oração:
“Saúda-vos Epafras, que é dos vossos, servo de Cristo, combatendo sempre por vós em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus.” (Colossenses 4.12 – ARC)
A palavra grega traduzida como “combatendo” neste versículo é “agonizomai” e, conforme o Léxico da Concordância de Strong, significa: “entrar em uma competição, competir com adverários, lutar, esforçar-se com zêlo extremo, empenhar-se em obter algo”. A versão KJA (King James Atualizada) traduziu como “guerreando”, a versão Atualizada de Almeida escolheu esta palavra como “esforça-se sobremaneira”, a e a versão Revisada optou por “sempre luta por vós”.
Além da batalha espiritual, que travamos por meio da oração, há outros níveis de resistência a oferecer. É a guerra contra a sensualidade e as propostas de envolvimento sexual ilícito, cujo apelo é cada dia maior. Já nos dez mandamentos, na Antiga Aliança, temos dois mandamentos que envolvem a saúde matrimonial: 1) “não adulterarás” e 2) “não cobiçarás a mulher do próximo”. Portanto, percebemos que Deus sempre tratou disso como uma área que requer cuidado. O apóstolo Paulo advertiu os irmãos de Corinto:
“Não vos priveis um ao outro, salvo talvez por mútuo consentimento, por algum tempo, para vos dedicardes à oração e, novamente, vos ajuntardes, para que Satanás não vos tente por causa da incontinência.” (1 Coríntios 7.5)
A Bíblia diz que Satanás, como tentador, vai tentar explorar as brechas que os cônjuges dão nesta área. Reconheço, porém, que esta batalha não se trava somente com oração e que o tipo de resistência que o casal deve oferecer contra os ataques sensuais envolve cuidar e suprir as necessidades físicas um do outro. Um cônjuge suprido emocional e sexualmente não estará exposto a este tipo de ataque como aquele que tem sido negligenciado nesta área. Há uma declaração no Livro de Provérbios que nos mostra isto:
“A alma farta pisa o favo de mel, mas à alma faminta todo amargo é doce.” (Provérbios 27.7)
O casal deve lutar junto, e não um contra o outro. Talvez um dos tipos de defesa que deva ser praticado pelo marido e mulher seja o de proteger ao cônjuge de si mesmo. Muitas vezes existem ataques verbais (e emocionais) que ferem profundamente ao cônjuge e ainda entristecem ao Espírito Santo:
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, e sim unicamente a que for boa para edificação, conforme a necessidade, e, assim, transmita graça aos que ouvem. E não entristeçais o Espírito de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção. Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria, e blasfêmias, e bem assim toda malícia.” (Efésios 4.29-31)
O matrimônio é o mais profundo laço de relacionamento, supera o dos filhos com seus pais, por isso o homem deixa pai e mãe para se unir à sua mulher (Gn 2.24). Contudo, muitos cônjuges erram deixando haver interferência dos pais no relacionamento. Devemos honrar ao pais, isto é bíblico, mas quando os pais (ou sogros) começam a atacar e implicar com seu cônjuge, penso que você deve protegê-lo (a menos que ele esteja realmente insistindo no pecado). Ao longo dos anos de ministério pastoral tenho visto muitos problemas e mágoas causados por esta falta de cuidado e proteção.
Neste nível de relacionamento, a cobertura recíproca é importantíssima. Nunca descubra seu cônjuge a quem quer que seja; não exponha as fraquezas dele, não o critique em público. Proteja-o de ser ferido emocionalmente!
Estes são ingredientes importantíssimos para um relacionamento: parceriasuporte,cuidado e proteção. Sem eles não dá para dizer que é melhor serem dois do que um! Se não trouxermos estes valores e práticas para nossa relação conjugal, então, tristemente teremos que reconhecer que é melhor ser um do que dois. Negligenciando estas práticas acabaremos por concluir que era melhor ter ficado solteiro. E muitos casados estão tentando viver sob o mesmo teto como se ainda fossem solteiros; isto tem que mudar, caso contrário, seu relacionamento estará condenado.
Paulo disse aos coríntios: “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisiti das coisas próprias de menino”(1 Co 13.11). Parafraseando a afirmação do apóstolo, poderiamos dizer: “quando eu era solteiro, falava como solteiro, sentia como solteiro, pensava como solteiro; quando cheguei a ser casado, desisiti das coisas próprias de solteiro”.

A mulher inteligente 
A mulher inteligente faz a sua família feliz, diz a Bíblia. Ou se você prefere a versão mais tradicional, a mulher sábia edifica a sua casa. É uma declaração e tanto. Que responsabilidade. Que poder.
Por que não o homem?
O homem pode entender bem de construir uma casa com tijolos e cimento. Ele lida bem com coisas—a madeira vai aqui, o encanamento tem que vir por este lado, o telhado tem que ser daquele material. Sabe organizá-las bem, usar a inteligência para criar coisas. Se sai muito bem nas ciências exatas. Fazer uma família feliz, porém, é longe de ser uma ciência, muito menos exata. E o homem, mesmo sábio, normalmente perde feio para a mulher sábia neste sentido.
Ela é a arquiteta dos relacionamentos familiares. O bebê ainda está na barriga e ela já está pensando com quem ele vai se casar, como a noiva será linda, e como os netinhos serão mais lindos ainda. Ela já tem tudo planejado na sua mente feminina. Enquanto isso, o marido só está pensando em como a barriga dela está grande. 
A mulher tem o poder de ser o centro das atenções em casa. Ela é o ponto central, o eixo da família. As decisões, escolhas, e todos os acontecimentos passam por ela—e quando não, inevitavelmente algo vai dar errado. Quando a Cristiane não está em casa, eu me sinto como um homem de uma perna só.
É o poder da mulher.
Por isso ela tem que ser sábia. Com tanto poder, se não usá-lo com inteligência, ela acaba destruindo o seu lar. Se ela fala demais, é insegura, ciumenta, egoísta, materialista, desrespeitadora, inconveniente, relaxada, controladora, briguenta, orgulhosa, desafiadora, temperamental… tic-tac, tic-tac, 4, 3, 2, 1… salve-se quem puder!
Mulher, poder não é nada sem controle e sem sabedoria. Então:
1.    Reconheça o poder que tem
3.   Seja uma boa influência em sua casa
Mais do que o seu marido, você tem o poder de fazer sua família feliz. É a Bíblia que diz, não eu.

P.S. Antes que alguém escreva dizendo, “É, mais o homem tem que fazer a parte dele também…” — deixe-me dizer: é claro que sim. Não estou isentando o homem do papel dele. O foco aqui é a habilidade que a mulher tem, superior a do homem, com respeito à felicidade de sua família.

LIÇÃO 7, A DIVISÃO ESPIRITUAL NO LAR

Lições Bíblicas do 3º Trimestre de 2012 - CPAD - Jovens e Adultos
Vencendo as Aflições da Vida - "Muitas são as aflições do justo, mas o Senhor o livra de todas” (Salmos 34:19)

TEXTO ÁUREO
"Semelhantemente, vós, mulheres, sede sujeitas ao vosso próprio marido, para que também, se algum não obedece à palavra, pelo procedimento de sua mulher seja ganho sem palavra"  (1 Pe 3.1).



VERDADE PRÁTICA
Ganhe o seu cônjuge para CRISTO, através do seu bom  testemunho.



LEITURA DIÁRIA
Segunda - Gn 2.18,22-24 A primeira família
Terça - Pv 14.1 A sabedoria da mulher
Quarta - Mc 10.6-12 O ensino acerca do divórcio
Quinta - At 16.1,2; 2 Tm 1.5 Evangelismo no lar
Sexta - Mt 5.13 Sal da terra
Sábado - Ef 5.8 Filhos da Luz



LEITURA BÍBLICA EM CLASSE- 1 Coríntios 7.12-16
12 Mas, aos outros, digo eu, não o Senhor: se algum irmão tem mulher descrente, e ela consente em habitar com ele, não a deixe. 13 E se alguma mulher tem marido descrente, e ele consente em habitar com ela, não o deixe. 14 Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido. Doutra sorte, os vossos filhos seriam imundos; mas, agora, são santos. 15 Mas, se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não está sujeito à servidão; mas DEUS chamou-nos para a paz. 16
Porque, donde sabes, ó mulher, se salvarás teu marido? Ou, donde sabes, ó marido, se salvarás tua mulher?

Todo crente gostaria que sua família o acompanhasse no dia do arrebatamento. Todos salvos e unidos pelo amor de DEUS. Todos vivendo aqui na Terra em paz e na expectativa da volta de JESUS.



Desde o namoro o crente deve saber que quem escolhe a pessoa para se casar é ele mesmo e não o acaso, ou os amigos, ou os pais, ou a condição financeira do outro, ou a silueta física do outro, ou o grau de instrução do outro, ou a profissão do outro, etc... A primeira condição para se escolher alguém para namorar é que esta pessoa seja crente convertido (II Co. 6.14 – jugo desigual), a segunda é que seja da vontade de DEUS (Gn. 24. 12-26).

Algumas situações dentro do casamento, entre os cônjuges, quanto à divisão espiritual no lar:

1-     Quando os cônjuges são crentes e um se desvia.
2-     Quando os cônjuges são crentes e os filhos também o são.
3-     Quando os cônjuges são crentes, mas os filhos não são.
4-     Quando os cônjuges não são crentes e um deles se converte, sendo que o outro não se converte.
5-     Quando os cônjuges não são crentes e um deles se converte, sendo que o outro depois também se converte.

Como nessa lição nosso assunto não é namoro, noivado ou casamento, mas casamento entre duas pessoas onde uma se converteu e outra não, vamos deixar esses assuntos para outra oportunidade.
Tratamos nesta lição a respeito das situações em que um cônjuge se converte, mas o outro continua descrente.

Para sabermos qualquer assunto na bíblia devemos saber o que JESUS falou a respeito desse assunto – ELE é quem da a Palavra Final para tudo.

JESUS “quem repudiar sua mulher e casar com outra, comete adultério contra aquela. E se ela repudiar seu marido e casar com outro, comete adultério”.
Paulo - I Co. 7.12-16 - “a mulher não se separe do marido (…) e que o marido não se aparte da sua mulher” (vs. 10,11).
Quando nos casamos fazemos uma aliança com DEUS primeiro e depois entre nós e depois com a sociedade da qual fazemos parte.
A aliança feita com DEUS não pode ser quebrada com risco de maldição para aquele que isso fizer.

“o que DEUS juntou não o separe o homem” (Mc. 10.9,11).
Até que a morte os separe - o homem e a mulher casados só podem se separar se um dos dois morrerem.
Quando o descrente decide se separar por motivo religioso, então o crente pode permitir, desde que nenhum dos dois se case com outra pessoa. Poderão ficar afastados para que, depois de refletirem sobre a separação voltem a se unirem novamente como é da vontade de DEUS.

“submissas a vossos próprios maridos, para que, se alguns ainda não obedecem à palavra, sejam ganhos sem palavra alguma, por meio do procedimento de suas esposas, ao observarem o vosso honesto comportamento cheio de grande temor” (I Pe. 3.1,2).

Quando um se converte e outro não, deve aquele convertido ficar calado quanto às questões religiosas.
Orar e jejuar e dar um ótimo testemunho de “nascer de novo” são as soluções melhores para que tudo vá bem e o cônjuge descrente seja salvo.
A união de duas pessoas completamente diferentes entre si é muito difícil e só terá sucesso se houver muito sacrifício de ambas as partes.
A mulher busca no homem o amor e o homem busca na mulher a submissão.
O grande problema é que o homem não sabe o que é o amor para a mulher e a mulher não sabe o que submissão para o homem.
Amor para o homem tem a ver com sustento, segurança e provisão.
Amor para a mulher tem a ver com datas importantes, palavras e atitudes românticas (elogios, flores, joias).
Submissão para a homem significa ser respeitado, honrado, admirado, aprovação total e irrestrita em todas suas decisões.
Submissão para a mulher é humilhação, sofrer espancamento, palavrões, desprezo, etc...
Como se vê, dois seres completamente diferentes que devem se esforçar muito para compreenderem um ao outro e devem se respeitar como dois seres que pensam diferente, que gostam de coisas diferentes, mas que se amam e se respeitam como seres humanos.

Quando um dos cônjuges se converte depois do casamento, não quer dizer que não possa manter relações sexuais com o outro pois ele (a) seria impuro (a). Paulo diz que o “marido incrédulo é santificado no convívio da esposa e a esposa incrédula é santificada no convívio do marido crente” (I Co. 7.14).

Isso não fala sobre salvação do outro pelo convívio, mas fala de um ato ser aceito por DEUS como limpo por causa da parte santa envolvida ai. Os filhos também são recebidos por DEUS como santos ao nascer, mas devem, tanto o marido (ou esposa) como os filhos se converterem logo na primeira oportunidade que tiverem de o fazer, pois a alma de cada um é sua e de sua responsabilidade diante de DEUS, ou para a salvação, ou para a perdição.
Ninguém nasce crente porque nasceu num lar evangélico ou porque tem um pai ou uma mãe evangélica, o mesmo vale para o marido para a esposa – DEUS não tem netos, só filhos. É preciso haver conversão e para isso deve haver arrependimento de pecados e aceitação de JESUS como único Salvador e Senhor.
 A postura do crente no lar é que vai ditar o futuro espiritual de sua família. É evidente que não podemos garantir 100% de conversões, mas podemos dizer que, na prática, resolve pelo menos 70% dos casos.
Esposa que fala pouco e em voz baixa. Que trata seu marido com respeito, reconhecendo-o como cabeça do lar, incentivando-o a respeito das coisas materiais e espirituais com amor e carinho. Esposa mansa e sem excesso de vaidade e que nunca fala mal das autoridades da Igreja. Esposa que mantém seu lar limpo, cheiroso e organizado. Essa esposa é uma vencedora e seu marido está fadado ao sucesso material e espiritual.
Marido amoroso, que conserta as coisas que vão atrapalhando em sua casa, que se lembra das datas importantes para sua esposa, que se lembra de dar flores e de reparar sempre nas roupas novas de sua esposa, em seu penteado novo, em seu perfume novo.  Marido que não espanca, não xinga, não maltrata psicologicamente sua esposa. Marido que sustenta se lar com honestidade e trabalho. Esse esposo é um vencedor e sua esposa com certeza lhe acompanhará em sua fé.



BEP - CPAD - 7.11 SE, PORÉM, SE APARTAR, QUE FIQUE SEM CASAR.
No versículo 10, Paulo mostra que a vontade de DEUS para o casamento é que ele seja permanente. Também mostra que, às vezes, o relacionamento conjugal se torna tão insuportável que é necessário os cônjuges se separarem. No versículo 11, portanto, Paulo não se refere ao divórcio permitido por DEUS, causado por adultério (ver Mt 19.9), nem ao abandono de um cônjuge pelo outro (ver v.15). Pelo contrário, Paulo está falando da separação sem divórcio formal. Talvez isso se refira a situações em que o cônjuge age de modo a pôr em perigo a vida física ou espiritual da esposa e dos filhos. Em tais casos, é preferível que um dos cônjuges deixe o outro, mas que permaneça sem casar. É inaceitável que Paulo fosse favorável a não separação de um casal em que um dos cônjuges vive sempre a maltratar fisicamente o outro e a agredir os filhos.

Mt 19.9 A exceção = Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.
19.9 A NÃO SER POR CAUSA DE PROSTITUIÇÃO. A vontade de DEUS para o casamento é que ele seja vitalício, i.e., que cada cônjuge seja único até que a morte os separe (vv. 5,6; Mc 10.7-9; Gn 2.24; Ct 2.7; Ml 2.14). Neste particular, JESUS cita uma exceção, a saber, a prostituição (gr. porneia), palavra esta que no original inclui o adultério ou qualquer outro tipo de imoralidade sexual (5.32; 19.9). O divórcio, portanto, deve ser permitido em caso de imoralidade sexual, quando o cônjuge ofendido se recusar a perdoar. (1) Quando JESUS censura o divórcio em 19.8,9, não estava referindo-se à separação por causa de adultério, mas ao divórcio como permitido no AT em casos de incontinência pré-nupcial, constatada pelo marido após a cerimônia do casamento (Dt 24.1). A vontade de DEUS em tais casos era que os dois permanecessem juntos. Todavia, Ele permitiu o divórcio, por incontinência pré-nupcial, por causa da dureza de coração das pessoas (vv. 7,8). (2) No caso de infidelidade conjugal depois do casamento, o AT determinava a dissolução do casamento com a execução das duas partes culpadas (Lv 20.10; Êx 20.14; Dt 22.22). Isto, evidentemente, deixaria o cônjuge inocente livre para casar-se de novo (Rm 7.2; 1 Co 7.39). (3) Sob a Nova Aliança, os privilégios do crente não são menores. Embora o divórcio seja uma tragédia, a infidelidade conjugal é um pecado tão cruel contra o cônjuge inocente, que este tem o justo direito de pôr termo ao casamento mediante o divórcio. Neste caso, ele ou ela está livre para casar-se de novo com um crente (1 Co 7.27,28).
Casamento misto.
Ed 9 e 10 = Ne 13.23= Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas.

Neemias 13.23-29
23 - Vi também, naqueles dias, judeus que tinham casado com mulheres asdoditas, amonitas e moabitas. 24 - E seus filhos falavam meio asdodita e não podiam falar judaico, senão segundo a língua de cada povo. 25 - E contendi com eles, e os amaldiçoei, e espanquei alguns deles, e Ihes arranquei os cabelos, e os fiz jurar por DEUS, dizendo: Não dareis mais vossas filhas a seus filhos e não tomareis mais suas filhas, nem para vossos filhos nem para vós mesmos. 26 - Porventura, não pecou nisso Salomão, rei de Israel, não havendo entre muitas nações rei semelhante a ele, e sendo amado de seu DEUS, e pondo-o DEUS rei sobre todo o Israel? contudo, as mulheres estranhas o fizeram pecar. 27 - dar-vos-íamos nós ouvidos, para fazermos todo este grande mal, prevaricando contra o nosso DEUS, casando com mulheres estranhas? 28 - Também um dos filhos de joiada, filho de Eliasibe, o sumo sacerdote, era genro de Samba late, o horonita, pelo que o afugentei de mim.29 - Lembra-te deles, DEUS meu, pois contaminaram o sacerdócio, como também o concerto do sacerdócio e dos levitas.

13.3 APARTARAM DE ISRAEL TODA MISTURA (BEP-CPAD). Os estrangeiros pagãos foram rejeitados em Israel, para que assim houvesse uma barreira entre o povo de DEUS e as práticas iníquas dos incrédulos.
(1) Para se compreender a vontade de DEUS aqui, precisamos considerar a tendência inata do seu povo, de conformar-se com os costumes, prazeres e maneira de viver do mundo.
(2) Portanto, um requisito essencial para o povo de DEUS ser santo, é permanecer separado do procedimento, padrões e costumes ímpios da nossa sociedade e tomar posição firme contra as influentes e populares manifestações do espírito deste mundo. Se os crentes se omitirem terão a perda da presença de DEUS e das bênçãos que Ele reservou para nós.
13.25 CONTENDI COM ELES
 (BEP-CPAD). Há ocasiões em que os dirigentes, se realmente são servos de DEUS, precisam ter ira santa contra o mal e adotar medidas drásticas para corrigir uma situação maléfica que surja. Usar de brandura e mansidão, quando há desrespeito público e cínico ante a vontade de DEUS, pelos membros da igreja, passa a ser fraqueza e transigência. A correção aplicada por Neemias demonstra um zelo por DEUS semelhante ao de CRISTO, quando Ele tomou um chicote para expulsar os vendilhões do templo de Jerusalém (Mt 21.12,13; Jo 2.13-16; ver Lc 19.45).

A responsabilidade dos ministrantes e dos ministrados
O casamento é uma aliança, primeiro entre DEUS e os nubentes, depois entre o homem e a mulher.
Se o casal não for instruído corretamente sobre a importância dessa aliança e sobre a pessoa que está selando essa aliança, então a aliança não será feita corretamente.
Cabe a cada líder informar os nubentes da responsabilidade de se assumir uma aliança com DEUS.
Melhor é não votar do que votar e não cumprir o voto.


Como prevenir. Assim que se percebe que a relação conjugal está sofrendo algum tipo de desgaste, é obrigação dos cônjuges atentar para, pelo menos, três pontos fundamentais da convivência sadia, rogando a ajuda do ESPÍRITO a fim de pô-los em prática.
a) Comunicação. O diálogo é talvez a maior necessidade do ser humano moderno, as famílias estão a beira da falência por falta de se comunicarem entre si. É a correria do dia a dia e a preocupação com os bens materiais, trazendo falta de tempo para as coisas mais importantes. O casal precisa conversar e conversar muito entre si, discutindo amigavelmente todos os problemas e descobrindo juntos a solução para os tais. também é preciso comunicação para a satisfação sexual de ambos, o que um gosta e deseja pode ser a barreira para que o outro não seja satisfeito.
b) Unidade de propósitos. O rumo, o futuro da família deve ser comum aos dois, ao casal que planejam juntos sua felicidade.
c) Humildade. Pedir desculpas sempre que errar, julgar o outro superior a si mesmo são maneiras de manter o casamento aquecido do frio do desprezo. Lembre-se de que quando um não quer, dois não brigam. É melhor "perder aparentemente" hoje e ganhar amanhã, do que colocar tudo a perder por falta de humildade.

Quando o divórcio é permitido. Somente em dois casos:
a- Quando há adultério.
b- Quando o descrente quer se apartar.

Mas o cônjuge crente, deve fazer de tudo para ganhar o  descrente para JESUS, conforme a recomendação de Pedro (1 Pe 3.1-6). 3.1 MARIDOS... SEJAM GANHOS. Pedro ensina como uma esposa deve agir a fim de ganhar para CRISTO o seu marido não salvo. (1) Ela deve ser submissa ao marido e reconhecer a sua liderança na família (ver Ef 5.22). (2) Ela deve conduzir-se de modo santo e respeitoso, com espírito manso e quieto (vv. 2-4; ver 1 Tm 2.13,15). (3) Ela deve esforçar-se para ganhar o marido para CRISTO, mais pelo comportamento, do que por suas palavras.3.3,4 ENFEITE EXTERIOR... BELEZA INTERIOR. Os adornos berrantes, exagerados e dispendiosos são contrários ao espírito modesto que DEUS requer da parte das mulheres cristãs (ver 1 Tm 2.9). (1) O que muito importa para DEUS nas mulheres cristãs é uma disposição mansa e quieta (cf. Mt 11.29; 21.5), que as leva a honrá-lo, ao dedicarem-se a ajudar o marido e a família a alcançar a vontade de DEUS para as suas vidas. (a) O adjetivo "manso" descreve uma atitude despretensiosa que se manifesta numa submissão amável e na solicitude pelo próximo (cf. Mt 5.5; 2 Co 10.1; Gl 5.23). (b) O adjetivo "quieto" refere-se à esposa não ser agitada e indelicada. Noutras palavras, DEUS declara que a verdadeira beleza da mulher é questão de caráter, e não primeiramente de enfeites. (2) As esposas cristãs de nossos dias devem ser fiéis a CRISTO e à sua Palavra, num mundo dominado pelo materialismo, pelas modas dominantes, pelos direitos humanos, pela obsessão sexual e pelo desprezo aos valores do lar e da família.

Aos casais mistos (1 Co 7.12,13).
Aqui se fala em separação, não em divórcio. Não existe aqui permissão para novo casamento, nem de um, nem de outro. O que DEUS uniu, não o separe o homem. O melhor aqui é deixar que o tempo separados mostre ao casal que o melhor mesmo é se perdoarem e reatarem seu relacionamento visando principalmente o bem-estar dos filhos.

“Se por um lado não há casamentos totalmente a salvo, por outro lado também não há casamentos totalmente perdidos. DEUS subordina seu poder de restaurar o matrimônio problemático ao perdão entre os cônjuges. Portanto, o divórcio não deve jamais ser visto como uma prática a ser seguida em qualquer situação, mas como uma extrema exceção.”
 Revista Ensinador Cristão, CPAD, nº 11, pág.39
“Uma mulher podia ser comprada, e com freqüência era considerada propriedade do homem. No lar era usada como se fora uma escrava, e por qualquer razão podia ser repelida e expulsa. JESUS não somente procurou elevar a posição da mulher na sociedade, mas também procurou eliminar esse duplo padrão. Assim fazendo, o Senhor elevou grandemente o estado de casado.”  CHAMPLIN, Russel Norman. O Novo Testamento Interpretado: versículo por versículo. São Paulo,  Hagnos, 2002. V.1. p.482.

A igreja deve, buscando ao Senhor, sempre ajudar a salvar os casamentos em perigo, enquanto procura desestimular o divórcio.

A responsabilidade individual. 
Ez 18.4 Eis que todas as almas são minhas; como o é a alma do pai, assim também a alma do filho é minha: a alma que pecar, essa morrerá.
Ez 18.20 A alma que pecar, essa morrerá; o filho não levará a iniqüidade do pai, nem o pai levará a iniqüidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele e a impiedade do ímpio cairá sobre ele.
"Crê no Senhor JESUS, e serás salvo, tu e toda a tua casa", At.16:31
DEUS tem um plano para toda a família. Não quer dizer que porque um se converteu, todos irão converter-se por causa deste texto. Não creio que ele seja uma promessa a todo crente, mas sim que revele uma intenção de DEUS quanto às famílias de uma forma geral. Vale lembrar que Paulo declarou isto ao carcereiro num momento em que este homem ia se matar. Paulo não podia vê-lo, pois além de estar dentro de sua cela, a Bíblia diz que eles estavam no escuro. O apóstolo Paulo teve uma revelação do ESPÍRITO SANTO para uma pessoa específica, num momento específico. Não posso dizer: - "Hei, DEUS! Você prometeu que se eu cresse iria salvar todo mundo lá em casa!". Mas posso muito bem orar pelos meus familiares crendo que há um plano divino para a família. Cada familiar meu tem o direito de escolha, se dirão sim ou não a JESUS CRISTO, é responsabilidade pessoal de cada um deles. Mas farei de tudo para convencê-los, ensiná-los, cobri-los de oração intercessória e tudo o mais que for possível. No caso deste carcereiro filipenses, o Senhor mostrou de antemão toda a família salva. Mas para cada um de nós, mesmo se não diga de antemão o que irá acontecer, DEUS já revelou seu plano em sua Palavra para toda a família. E o sacerdote do lar tem uma grande responsabilidade de afetar o destino dos seus entes queridos.

COMO A FAMÍLIA PODE SER SALVA
Confie na promessa de DEUS. 
A Bíblia esta cheia de promessas de DEUS para seus lhos. E a promessa de um DEUS fiel, que cumpre sem a sua Palavra.
Podemos confiar nas suas promessas.
Podemos arriscar nelas a nossa vida. DEUS não irá falhar. Por isso vale a pena conhecer as promessas de DEUS para a nossa vida. Mais ainda, vale a pena guardá-las b gravadas na nossa mente e no nosso coração. Por isso anote dia por dia as promessas de DEUS.
Não encontraremos promessas em todas as passagens que lermos. Mas são tantas as promessas de DEUS na Bíblia que encontramos muitas e com freqüência. Anote sempre que encontrar (se não encontrar, não se preocupa não queira criar promessas que DEUS não fez).
Eis alguns exemplos:
"Todo aquele que proclama que JESUS é o Filho de DEUS, DEUS permanece nele e ele em DEUS" (1 Jo 4,15).
"E estais certos de que cada um receberá do Senhor recompensa do bem que tiver feito" (Ef 6,8)
"Porque eu vos darei uma palavra cheia de sabedoria a qual não poderão resistir nem contradizer os vossos adversários" (Lc 21,15).
"Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Rom 10,13).
"Mas o Senhor é fiel, e Ele há de vos dar forças e vos preservar do mal" (2 Tes 3,3).



Se For Casado Com Uma Pessoa Não-Salva e Este Quiser se Apartar

Escrevendo aos Coríntios, o apóstolo Paulo responde esta questão dizendo que se um cônjuge não crente quiser se apartar, que o cônjuge crente permita (I Cor. 7:15). A iniciativa da separação nunca deve ser do crente e sim dos descrente. Não é o crente que quer se apartar, mas o incrédulo. É o descrente que está descontente, pensando que não há mais futuro no lar para eles, desde que o crente se converteu ao Senhor. JESUS predisse que haveria problemas na família por causa do evangelho (Luc 12:51-52; 18:29-30; Mat 19:29; Mat 10:34-36).

Se ele ficar, o ESPÍRITO SANTO vai trabalhar para sua conversão

Se a esposa ou o marido incrédulo consente em morar com o crente, Paulo diz que este não deve deixar o seu cônjuge. DEUS nos chamou à paz. O incrédulo é santificado no convívio com o crente. Pode ser que a esposa ou o marido incrédulo seja salvo (I Cor 7:12-14).

O caso de  1 Co 5.9-11 = Já por carta vos tenho escrito que não vos associeis com os que se prostituem; isso não quer dizer absolutamente com os devassos deste mundo, ou com os avarentos, ou com os roubadores, ou com os idólatras; porque então vos seria necessário sair do mundo. Mas, agora, escrevi que não vos associeis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais.
Aqui Paulo não está falando de um marido ou de uma esposa descrente. Está falando de um crente fiel e seu relacionamento com um crente infiel (desviado) que vive na prática do pecado.



Eunice, que havia aprendido de Lóide, sua mãe, ensina ao filhoTimóteo
O Apóstolo Paulo elogiou Timóteo pelas seguintes qualidades: "A fé não fingida que em ti há, a qual habitou primeiro em tua avó Loide, e em tua mãe Eunice" (II Timóteo 1:5)
Timóteo era um "cooperador no evangelho de Cristo" (I Tessalonicenses 3:2) e um fiél assistente de Paulo, que se referiu a ele da seguinte forma: "Meu verdadeiro filho na fé" (I Tomóteo 1:2)

Eunice e Lóide Mães Cristãs Exemplos Para Nossos Dias (II Tm 1. 2-5) (http://www.estudosgospel.com.br/esbocos/geral/eunice-e-loide.html)
A palavra de Deus semeada no coração do homem desde a mais tenra infância, produz fruto para a vida eterna, a mais sólida educação cristã é aquela que se transmite dos pais para os filhos.

"Educa a criança no caminho em que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele".   Provérbios 22.6

1. EUNICE E LÓIDE, MÃES CRISTÃS EXEMPLARES PARA OS NOSSOS DIAS
Exemplo no lar , exemplo de mãe cristã (hoje em dia há muita mãe sem dar exemplo).
Permanece naquilo que aprendeste.
dedicação religiosa no lar , culto e ensinamento segundo a palavra de Deus (Hoje as nossas crianças o futuro do ministério tem sido colocadas de lado, esquecemos as vezes dele como a mãe de Jesus o perdeu na festa e jesus estava no Templo, estamos as vezes ganhando várias almas, mas perdendo os filhos).

2. PAULO PROCURA UM OBREIRO PARA A SEARA DO SENHOR (Deus está procurando também)
A condição do obreiro (conhecia as sagradas escrituras desde pequeno).
Ele teve a estrutura dada pelos pais para a sua formação.
Paulo convida Timóteo a acompanhá-lo (hoje muitos jovens acompanham o mundo e esquecem o que foi passado pelos pais).
A herança espiritual de Timóteo era a herança familiar, ensinado segundo o padrão de Deus, não segundo o padrão do mundo (tudo fazem e não há limites, tudo é legal e pronto).

3. O QUE EUNICE E LÓIDE DEIXARAM A TIMÓTEO?
Uma fé não fingida , ele tinha base e estrutura cristã.
O conhecimento da palavra de Deus..
Um obreiro preparado e exemplo no seu lar.
" Timóteo foi cheio do Espírito Santo (uma benção nas mãos do Senhor).

 Cabe a você pai e mãe continuar ensinando o seu filho as coisas do céu, para mais tarde ver o exemplo que foi gerado através de seu esforço, ensina teu filho desde a infância e verás o que Deus fará dele no ministério.

INTERAÇÃO
O que fazer quando um dos cônjuges não se converte ao Senhor? Essa é uma situação que, apesar de difícil, possivelmente alguns de seus alunos podem estar enfrentando. Sabemos que o servo de DEUS deve casar-se no Senhor, todavia, muitos se convertem a JESUS depois do casamento. Enfatize que nesse caso é preciso que o cônjuge busque, em DEUS, sabedoria para que o lar seja um lugar de paz, amor e respeito. Quando o cônjuge não é crente, a Palavra de DEUS recomenda a submissão (1 Pe 3.1) a fim de que ele seja alcançado por intermédio do bom testemunho do cristão. Essa é a vontade de DEUS!

OBJETIVOS- Após esta aula, o aluno deverá estar apto a:
Explicar como deve ser o procedimento do crente quando um dos cônjuges não é crente.
Conscientizar-se de que quando um dos cônjuges não é crente é preciso agir com muita sabedoria.
Compreender o valor da evangelização no lar.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
Professor, pergunte se algum aluno tem cônjuge descrente. Caso haja na classe alguém, peça que essa pessoa diga o que tem feito para alcançar seu esposo (a). Em seguida explique que é promessa do Senhor salvar as nossas famílias, contudo, precisamos de muita sabedoria a fim de que todos em nossas casas sejam alcançados através de um bom testemunho. Depois leia e discuta com os alunos o texto de Atos 16.31. Encerre orando pelos irmãos (ãs) que têm cônjuges descrentes. Diga que em breve eles poderão dizer: "Eu e a minha casa serviremos ao Senhor" (Js 24.15).

RESUMO DA LIÇÃO 7, A DIVISÃO ESPIRITUAL NO LAR
I. CONVIVENDO COM O CÔNJUGE NÃO CRENTE
1. A convivência com o cônjuge descrente.
2. Santificando o cônjuge.
II. AGINDO COM SABEDORIA
1. Na criação dos filhos.
2. Nos afazeres domésticos.
3. Na vida espiritual.
III. EVANGELIZANDO O CÔNJUGE
1. Com nova postura.
2. Com bom testemunho.

SINÓPSE DO TÓPICO (1)
A Palavra de DEUS aconselha que, se o cônjuge descrente não se opuser à fé do que aceitou ao Senhor JESUS, então não deve o crente, em hipótese alguma, abandoná-lo.
SINÓPSE DO TÓPICO (2)
O cônjuge crente deve pedir sabedoria a DEUS para que seus filhos sejam criados no temor do Senhor.
SINÓPSE DO TÓPICO (3)
O cônjuge convertido deve demonstrar que em CRISTO ele é uma nova criatura. 

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO I - Subsídio Teológico
"Casamento misto onde os parceiros estão satisfeitos (1 Co 7.12-14)
O primeiro exemplo de um casamento misto é aquele no qual o parceiro descrente está disposto a permanecer com o outro que havia se tornado cristão. Nesse caso, o cristão era obrigado a permanecer com o parceiro descrente. Tal diretiva de Paulo deixava claro que o cristão, não poderia partir ou divorciar-se do outro, baseando-se na recusa do outro em se tornar cristão. O cristianismo não pode se tornar uma desculpa para a conduta pagã. Então, se o parceiro descrente está satisfeito, o crente é obrigado a permanecer casado.
Não há qualquer estigma espiritual ligado a um novo convertido que permanece com um cônjuge inconverso. Ao contrário, o parceiro inconverso recebe algum benefício espiritual do cristão. Com relação às bênçãos espirituais que o descrente compartilha, Paulo escreve: 'Porque o marido descrente é santificado pela mulher, e a mulher descrente é santificada pelo marido (v. 14)'. Isto não significa que o descrente sofra uma mudança moral ou espiritual. A expressão 'é santificado' 'não pode significar santo em CRISTO perante DEUS, porque este tipo de santidade não pode ser atribuído a um descrente'. Paulo usa o termo santificado aqui com um significado cerimonial, e não em um sentido ético espiritual" (Comentário Bíblico Beacon. Vol 8. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.298).

AUXÍLIO BIBLIOGRÁFICO II - Subsídio Teológico
“Um casamento misto onde o descrente não está satisfeito (1 co 7.15,16)
A situação aqui é oposta do casamento misto onde os parceiros permanecem juntos por consentimento mútuo. Se o descrente se recusar a permanecer com o crente, o cristão está livre da obrigação de sustentar o casamento: ‘Mas, se o descrente se apartar, aparte-se’ (v. 15). Desta maneira o crente fica em paz. Sob tais circunstâncias, o cristão não está destinado a uma vida de perseguição, abuso e agonia, por causa de seu relacionamento com um parceiro pagão. Mas a separação deve ser iniciada e completada por outra pessoa. O cristão nem deve estimular a dissensão nem promover separações. A paz e o amor devem ser sempre as marcas da vida cristã.
Não há qualquer contradição entre a atitude de Paulo ao permitir o rompimento de um casamento com um descrente pagão, e o mandamento de JESUS em Mateus 5.32. As palavras do Senhor foram dirigidas àqueles que professam ser leais e sujeitos a DEUS. As palavras de Paulo são dirigidas àqueles que são casados com descrentes. A diretiva não dá permissão para que um crente se case com um descrente. Serve apenas para uma pessoa casada que se torna crente depois de seu casamento. Em tal situação, o cristão está livre para deixar que o descrente parta, em vez de insistir em continuar uma união que sobrevive em uma atmosfera de tensões, brigas e medo.
Se o parceiro descrente iniciar a separação, o cristão não deve se condenar pelo fracasso do cônjuge que partiu, por não ter se tornado cristão” (Comentário Bíblico Beacon. Vol 8. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2006, p.299).

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA
CRUZ, Elaine. Sócios, Amigos & Amados: Os três pilares do casamento. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2005.
SAIBA MAIS- Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 51, p.39.

QUESTIONÁRIO DA LIÇÃO 7, A DIVISÃO ESPIRITUAL NO LAR
Responda conforme a revista da CPAD do 3º Trimestre de 2012
Complete os espaços vazios e marque com "V" as respostas verdadeiras e com "F" as falsas

TEXTO ÁUREO
1- Complete:
"Semelhantemente, vós, mulheres, sede __________________________________ ao vosso próprio marido, para que também, se algum não _____________________________ à palavra, pelo ______ ___________________ de sua mulher seja ganho sem palavra"  (1 Pe 3.1).

VERDADE PRÁTICA
2- Complete:
__Ganhe__ o seu __cônjuge__ para CRISTO, através do seu bom __testemunho__.

I. CONVIVENDO COM O CÔNJUGE NÃO CRENTE
3- Complete segundo a convivência com o cônjuge descrente:
Quando DEUS criou o mundo declarou que tudo era __________________________ (Gn 1.31). A única coisa que o Criador disse não ser boa era o fato de o homem viver __________________________ (Gn 2.18). Por isso, fez para Adão uma _______________________________, Eva, formando assim a primeira ____________________________ (Gn 2.22). Não faz parte do plano divino que o casal se ____________________________ (Mt 5.31,32; 19.3-9; Mc 10.2-12). Mas em 1 Coríntios 7.15, o apóstolo Paulo fala acerca dessa triste realidade como iniciativa do cônjuge ____________________________. Todavia, o apóstolo aconselha que, se o cônjuge descrente não se opuser à fé do que aceitou ao Senhor JESUS, então não deve o crente, em hipótese alguma, ___________________________-lo (1 Co 7.12,13). A fim de garantir uma convivência pacífica é imprescindível não entrar em _____________________________, evitando discussões sobre __________________________ ou ______________________________. Torne o seu dia a dia agradável; mostre ao cônjuge que servir a _______________________ transforma um dia ruim em uma noite tranquila. Se houver algum problema na igreja, ou algo que não concorde, é prudente não ___________________________ tal assunto em casa, pois o cônjuge não compreenderá, podendo até mesmo desenvolver uma aversão pelas coisas de ____________________________. Como já dissemos, a convivência deve ser ____________________________ (Rm 12.18). Observemos, ainda, este conselho de Pedro: "Semelhantemente, vós, mulheres, sede _____________________________ ao vosso próprio marido, para que também, se algum não ___________________________ à palavra, pelo _______________________________ de sua mulher seja ganho sem palavra, considerando a vossa vida ___________________________________, em temor" (1 Pe 3.1,2). Esse conselho também vale para o homem. 

4- O que significa a frase: "Santificando o cônjuge"?
(    ) A Bíblia afirma que o cônjuge que serve ao Senhor não santifica o não crente.
(    ) A Bíblia afirma que o cônjuge que serve ao Senhor santifica o não crente.
(    ) É muito importante ressaltar que a santidade a que se refere o apóstolo não leva à salvação.
(    ) Um incrédulo não pode ser salvo através da experiência salvadora do outro, pois a salvação é individual e intransferível.

II. AGINDO COM SABEDORIA
5- Qual é, sempre, o desejo do cônjuge cristão quanto à educação de seus filhos?
(    ) É que possa servir ao Senhor JESUS, independente de sua família.
(    ) É que seus filhos sirvam ao Senhor JESUS.
(    ) É que toda a sua família sirva ao Senhor JESUS.

6- Nem sempre é possível criar os filhos dentro dos limites do templo, principalmente se um dos responsáveis não serve ao Senhor. O que fazer?
(    ) Entrar em conflito com o cônjuge não resolve e ainda traz discórdia para o lar.
(    ) A única coisa a ser feita é se separar do descrente.
(    ) A única coisa a ser feita é ensinar a Palavra de DEUS em casa.
(    ) Procure estimular a leitura das Sagradas Escrituras e de literatura cristã adequada para a faixa etária dos filhos.
(    ) Não podemos descuidar da oração. Sigamos o exemplo de Jó que intercedia a DEUS por seus filhos.
(    ) Em o Novo Testamento, encontramos a história do jovem Timóteo, filho de uma judia crente com um grego incrédulo.
(    ) A avó e mãe de Timóteo ensinaram-lhe a Palavra de DEUS, livrando-o assim das influências do paganismo.

7- Qual o resultado do ensino cristão na vida de Timóteo, através de sua avó e de sua mãe?
(    ) Tornou-se, então, um discípulo de Paulo, companheiro de Figelo e Hermógenes.
(    ) Tornou-se, então, um discípulo de CRISTO, companheiro de Figelo e Hermógenes, amigos e companheiros de Paulo.
(    ) Tornou-se, então, um discípulo de CRISTO, companheiro de Paulo e um grande servo do Senhor.

8- Como o cônjuge crente deve agir com sabedoria nos afazeres domésticos?
(    ) O cônjuge crente não pode descuidar de maneira alguma de sua vida espiritual, do lar, e dos filhos.
(    ) Deve dedicar todo seu tempo ao lar para evitar conflitos.
(    ) Saber administrar o tempo é um fator que evita conflitos.
(    ) A mulher não pode deixar sua casa desorganizada, as refeições por fazer e as roupas da família sujas sob a alegação de que o culto terminou mais tarde.
(    ) Os cônjuges crentes devem agir com sabedoria, procurando os melhores dias e horários para comparecer aos cultos.

9- Não podemos nos esquecer que DEUS ama a família, pois Ele mesmo a criou. Se o cônjuge crente não agir com sabedoria, o que pode ocorrer?
(    ) O esposo incrédulo não a compreenderá, e julgará que a igreja está atrapalhando o bom andamento do lar.
(    ) O homem que deixa de ajudar a mulher na organização do lar, que não realiza os pequenos reparos na casa, desculpando-se que não pode chegar atrasado ao culto, levará a esposa descrente a afastar-se ainda mais do Evangelho.
(    ) O esposo incrédulo não a compreenderá, e julgará que a igreja está ajudando no bom andamento do lar.

10- Há muitos casos de maridos que proíbem as esposas de participarem das atividades da igreja ou até mesmo de comparecerem aos cultos. Também há casos de mulheres que dificultam a vida espiritual dos maridos. Como agir com sabedoria nesses casos?
(    ) Diante de tantas barreiras o melhor mesmo é colocar em segundo plano a vida espiritual.
(    ) Mesmo diante de tantas dificuldades não se pode descuidar da vida espiritual.
(    ) Reservar um lugarzinho e um horário adequados, no lar, para oração, adoração e meditação da Palavra de DEUS é uma excelente alternativa.
(    ) Esses momentos preciosos na presença do Pai fortalecem a vida espiritual e ajudam a suportar as perseguições enquanto que, ao mesmo tempo, evitam conflitos. Confie, DEUS sabe como agir em todas as situações.

III. EVANGELIZANDO O CÔNJUGE
11- Com a nova postura cristã, normal na vida de qualquer novo convertido, o que ocorre em sua nova vida de crente?
(    ) Nem todo aquele que reconhece JESUS como Salvador é transformado numa nova criatura em um curto espaço de tempo.
(    ) Todo aquele que reconhece JESUS como Salvador é transformado numa nova criatura.
(    ) Sua natureza pecaminosa é colocada sob o controle do SANTO ESPÍRITO, havendo mudança de vida e de comportamento.
(    ) O cônjuge convertido deve demonstrar que mudou e que CRISTO o tornou um ser humano melhor.
(    ) Agindo dessa maneira, o outro perceberá que, em JESUS CRISTO, há mudanças profundas no caráter.
(    ) Dessa maneira, o descrente poderá até vir a converter-se pelo bom exemplo que observa no crente.

12- Como deve ser o bom testemunho do crente em seu lar?
(    ) O cônjuge convertido não pode viver envolvido em situações ilícitas.
(    ) Através do seu bom testemunho, pode vir ganhar o outro para CRISTO.
(    ) O crente deve deixar paulatinamente sua vida ilícita para ganhar seu cônjuge para CRISTO.
(    ) Se o cônjuge, antes de ser crente, agia com grosseria, pronunciava palavras de baixo-calão ou era dado a vícios, tais coisas devem ser abandonadas, pois agora ele é nova criatura. Afinal, de uma mesma fonte não podem sair águas amargas e doces.
(    ) Lembremo-nos que o bom testemunho começa no lar, nas pequenas ações.
(    ) O cônjuge descrente precisa perceber a mudança que JESUS realizou em sua casa através da conversão do outro.

CONCLUSÃO
13- Complete:
A família é uma instituição __________________________ inaugurada no Jardim do Éden por Adão e Eva. E é desejo do Criador que os cônjuges vençam as dificuldades e permaneçam _________________________ assim como Ele os criou. Diante disso, o bom _____________________________ daquele que serve ao Senhor é uma forma clara e prática de ______________________________ no lar. Tal comportamento demonstra, em ações e palavras, que CRISTO o modificou e o tornou um ser humano _______________________________________, levando o cônjuge à conversão.


RESPOSTAS DO QUESTIONÁRIO


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