sexta-feira, 9 de junho de 2017


ORIXÁS DO CANDOMBLÉ: CONHEÇA OS 16 PRINCIPAIS DEUSES AFRICANOS

SÓ LEMBRANDO QUE TODOS ELES ESTÃO VENCIDO PELO PODER QUE HÁ NO SANGUE DE JESUS CRISTO O SENHOR.
Os Orixás são as divindades máximas do candomblé, onde cada um deles representa uma força da natureza. Desse modo, os praticantes dessa religião mostram seu respeito, temor e amor por essas forças naturais.
QUEM SÃO OS ORIXÁS DO CANDOMBLÉ?


O candomblé possui cerca de 16 Orixás, desde que considerados também os chamados Ibeji, conhecidos como os Orixás infantis. Cada um deles atua em sua própria simbologia, possuindo caraterísticas próprias, representações e ocupações; á eles também são atribuídos dias específicos da semana para os cultos nos terreiros. Ainda que seu número pareça fixo, até os dias atuais não foi possível enumerar todos os deuses e representações desta crença, podendo ser estipulado um número até mesmo superior a 400 entidades, se consideradas todas as tribos africanas praticantes.

O primeiro dos Orixás tem a segunda feira como seu dia de celebração e, apesar de ser visto por muitos de fora do candomblé como uma entidade maléfica, ele na verdade é um mensageiro do Orixás, executando o que lhe é comandado, independente das consequências.


Obaluaiê
Outro Orixá celebrado durante as segundas-feiras com a saudação “Atotô!”, ele é a divindade da medicina, possui sincretismo às figuras de São Roque e São Lázaro e está sempre olhando pelos doentes.



Destinado à terça feira, esse é o orixá guerreiro representado por São Jorge em sincretismo com a Igreja Católica. Com a saudação “Ogunhê!” junto ao ato de curvar-se, ele simboliza a luta pela vida e a força física e espiritual.

Oxumarê
Representado por São Bartolomeu no catolicismo, Oxumarê é o Orixá da riqueza e fortuna, sendo também conhecido como o ciclo da vida. Celebrado durante as terças-feiras, a saudação de sua chegada é “Arroboboi!”.


Iroko
Iroko é uma entidade pouco presente e tem sua manifestação restrita, sendo ela muito ligada a outro Orixá, Xangô. Representa o tempo e é ligado no catolicismo a São Pedro Nolasco, sendo celebrado na terça-feira sob a saudação “Iroko y Só! Eeró!”.


Iansã
Representa a força natural feminina dos ventos e das tempestades, comemorando seu dia às quartas-feiras. Seu sincretismo na igreja católica é a figura de Santa Bárbara e tem como saudação o grito de guerra “Epahey Oyá”.



Xangô
Esse orixá é uma figura muito popular mesmo entre os leigos do candomblé, representado na igreja católica pelo santo São Jerônimo, sob a personificação da justiça. Comemorado na quarta-feira, sua celebração tem um como grito de saudação “Kao Kabiesilê!”.



Obá
Essa é a representação de outra forma do poder dos ventos, através da senhora dos redemoinhos, sendo sua santa católica a famosa Joana d’Arc. Também celebrada em uma quarta-feira, a saudação de Obá é “Xiré Yá!”.


Representado por São Sebastião na Igreja Católica, tem seu dia na quinta-feira e sua saudação é “Okê aro!”. Oxóssi é o grande senhor das matas, protetor dos animais e seres que lá habitam, atuando também como o Orixá da caça.

Logun Edé
Filho de Oxum e Oxóssi, este é o famoso Orixá caçador e, justamente por isso, seu representante na igreja católica é o poderoso Santo Expedito. Sua saudação é dita “Olorikim!” e tem sua comemoração feita na quinta-feira.


Ossaim
Representado por São Benedito na igreja católica, ele divide a quinta-feira com as celebrações de Oxóssi e Logun Edé, sendo muito respeitado como o Orixá das plantas e saudado com “Ewê ô!”.


Oxalá
O maior e mais conhecido de todos os orixás, tem seu nome usado em diversas expressões populares. Sua saudação é o “Êpa Babá!” e representa sua fama na igreja católica através do Senhor do Bonfim. Devido a sua grande importância, Oxalá tem o dia de sexta-feira reservado somente para si.



Oxum
Outro grande e conhecido Orixá, Oxum é o representante do amor, da maternidade e da fertilidade. Essa característica materna faz com que a divindade seja representada pela grande mão da igreja católica, Nossa Senhora Aparecida. Seu dia é o sábado e é saudada com o dizer “Ora yê yê ô!”.



A figura popular da grande deusa e senhora dos mares, Iemanjá é a mãe de todos e o espelho do mundo. Seu dia é celebrado aos sábados, junto a Oxum e através da Nossa Senhora da Conceição (ou também pela Virgem Maria, variando de acordo com a região de celebração). Sua saudação é “Odô iyá!”.




Nanã
Um dos mais antigos Orixás e representada por Sant’Ana, Nanã é a deusa associada aos idosos, à maternidade e aos castigos como forma de educar, tendo seu dia celebrado às terças-feiras. Sua saudação se pronuncia “Salubá!”


Ibeji (Erês)
Aos domingos também pode ser celebrado o dia de Ibeji que, na verdade, são orixás crianças representados por São Cosme e São Damião. Dizem que são amigos de todas as crianças e, normalmente suas celebrações estão acossadas a presença de muitos doces brinquedos. São saudados por “Omi beijada! Beijiróó!”.

Omolú/ Obaluaiê 
é o senhor das doenças, é o orixá da renovação dos espíritos,  senhor dos mortos e regente dos cemitérios; considerado o campo santo entre o mundo material e o mundo espiritual.
Senhor das doenças ao lado de seus pais Nanã e Oxalá e seus irmãos Oxumaré e Ewá
O orixá é conhecido como Obaluaiê no Candomblé, como Obaluaê na Umbanda, como Xapanã no Batuque. Xapanã é um nome proibido tanto no Candomblé como na Umbanda, não devendo ser mencionado pois pode atrair a doença inesperadamente.
Omolú/Obaluaiê é filho de Nanã, irmão de Oxumarê e sua figura é cercada de mistérios. A Ele é atribuído o controle sobre todas as doenças, especialmente as epidêmicas.
O poderoso orixá tem tanto o poder de causar a doença como pode possibilitar a cura do mesmo mal que criou.
O Culto a Omolú/Obaluaiê
Todos os orixás tem uma erva correspondente para defumação
Tem como emblema o Xaxará (Sàsàrà), espécie de cetro de mão, feito de nervuras da palha do dendezeiro, enfeitado com búzios e contas, em que ele capta das casas e das pessoas as energias negativas, bem como “varre” as doenças, impurezas e males sobrenaturais. Esta representação nos mostra sua ligação a terra.
A vestimenta de Omolú/Obaluaiê é feita de ìko, é uma fibra de ráfia extraída do Igí-Ògòrò, a palha da costa , elemento de grande significado ritualístico, principalmente em ritos ligados a morte e o sobrenatural, sua presença indica que algo deve ficar oculto.
É composta de duas partes o “Filá” e o “Azé“, a primeira parte, a de cima que cobre a cabeça é uma espécie de capuz trançado de palha-da-costa, acrescido de palhas em toda sua volta, que passam da cintura, o Azé , seu asó-ìko (roupa de palha) é uma saia de palha da costa que vai até os pés em alguns casos, em outros, acima dos joelhos, por baixo desta saia vai um Xokotô, espécie de calça, também chamado “cauçulú“, em que oculta o mistério da morte e do renascimento. Nesta vestimenta acompanha algumas cabaças penduradas, onde supostamente carrega seus remédios. Ao vestir-se com ìko e cauris, revela sua importância e ligação com a morte.
Festa de Omolú/Obaluaiê
Olubajé
Omulú dança o opanijé em sua festa anual em 16 de Agosto
Olubajé é a festa anual em homenagem a Obaluaiê, onde as comidas são servidas na folha de mamona. Rememorando um itan (mito) onde todos os orixáspara se acertarem com Obaluaiê, por motivos de ter sido chacoteado numa festividade feita por Xangô por sua maneira de dançar.
Nessa festividade, todos os orixás participam, com exceção de Xangô e principalmente OssaimOxumarêNanã, que são de sua família. Iansã tem papel importante por ser ela que ajuda no ritual de limpeza e trazer para o barracão de festas a esteira, sobre a qual serão colocadas as comidas.
Olubajé é ritual especifico para o orixá Obaluaiê, indispensável nos terreiros de candomblé, no sentido de prolongar a vida e trazer saúde a todos os filhos e participantes do axé. No encerramento deste rito é oferecido no mínimo nove iguarias da culinária afro-brasileira chamada de comida ritual pertinente a vários orixás, simbolizando a Vida, sobre uma folha chamada “Ewe Ilará” conhecida popularmente como mamona assassina, altamente venenosa simbolizando a Morte (iku).
Opanijé
Opanijé, no candomblé é um toque sagrado, entoado para o orixá Obaluaiê, Omolu geralmente tocado para a divisão da comida ritual chamada Olubajé, quando todos em silencio recebem sua porção, e os crentes aproveitam este momento para pedir saúde e longevidade. O orixa dança numa representação simbólica, mostrando sua ligação com os mortos (Ikú) e o seu domínio sobre a terra.
A origem da palavra é a língua yorubá, onde significa “aceitar comer” (opa – aceita), (nijé – comer). Sua dança o orixá dança curvado para frente, como que atormentado por dores, e imitam seu sofrimento, coceiras e tremores de febre.
Qualidades
  1. Afoman /Akavan: Tem ligação com Exú.
  2. Arinwarun (ou wariwaru): É um título de xapanan.
  3. Azonsu / Ajansu / Ajunsu: Tem fundamentos com Òşàlà, Òşùmàrè e Ògún. É extrovertido. É ligado ao tempo, as estações do ano e ao culto da terra. É o verdadeiro dono do cuscuzeiro. Veste de vermelho, preto e branco, na perna esquerda leva uma pulseira de aço.
  4. Azoani: É jovem, veste preto e branco. Tem caminhos com Iroko, Òşùmàrè, Yèmnja e ya.
  5. Arawe / Arapaná: Tem fundamento com ya.
  6. Ajoji / Ajagun: Tem fundamentos com Ògún e Oşoguian.
  7. Avimaje / Ajiuziun: Tem fundamento com Nana e ̀sónyìn.
  8. Ahosuji / Segí: Tem ligação com Yèmnja e Òşùmàrè / Besén.
  9. Afenan: É velho, dança curvado, veste a estopa e carrega duas bolsas de onde tira as doenças. Veste de amarelo e preto. Todas as plantas trepadeiras pertencem-lhe. Tem caminhos com Òşùmàrè e ya, de quem é companheiro, dança cavando a terra com Intoto para depositar os corpos que lhe pertencem.
  10. Intoto: Suas contas são vermelho e preto. É um Òrìsá cultuado em seu assentamento e não vira na cabeça de ninguém, pois não tem como cultua-lo. Antigamente recebia sacrifícios humanos, por tratar-se de um Òrìsá antropófago, come a carne e destroi os ossos. Foi esse OMOLÚ que brigou com OSOGUIAN. Caso apareça um ÌYÀWÒ desse Òrìsá, faz-se AZUANI ou ÒSUN. Da-se comida a terra. Esse Òrìsá é ABIKU, portanto não se raspa, pois representa o fundo da terra. Sòmente se assenta. Come com YEWÀ, ya e YKU. Seus assentos são cultuados ao lado de NÀNÁ e Yèmnja. Pega-se um pouco de terra de cemitério e pôe-se no assento. Êle presta obediência a ÒSUN, por quem se apaixonou.Mora só e não aceita a faca, assim como NÀNÁ. Come porco preto, frangos, pombos de cor e galinha d’angola. Come no campo que tenha barro. Quando se faz o ÌYÀWÒ desse santo, todos os Òrìsás viram, exceto SÀNGÓ. Leva-se os bichos e as comidas de Yèmnja, NÀNÁ e ÒÒSÀÀLÀ, bastante epo, acarajés, feijão preto com ovos cozidos, deburus ( a mesma coisa se faz com YEWÀ ) . Tudo dêle é com dendê. Sua comida : feijão preto com um ôvo cozido no meio, deburus ao redor ( feitos com milho de galinha ) , 9 ovos crus, 9 velas e 9 monsenhor. Pede-se a uma pessoa de ÒGÚN, ya ou OMOLÚ para apanhar várias folhas de mamona. Faz-se um buraco redondo de dois palmos, acende-se as velas ao redor e canta-se as rezas se fundamentos. Sacrifica-se o porco depois da reza, copa-se o bicho ali mesmo, pega-se as galinhas pucha-se os ORIS e coloca-se dentro, enfeitando com as comidas e cobrindo com as folhas de mamona. Já fora do campo, passa-se as folhas de mamona e os ovos, jogando-os e não olhando para trás. Para os assentos só se leva os bichos de penas. Além do campo dá-se comida lá fora, no assento dêle. Sete dias depois é que se faz o ÌYÀWÒ com outra qualidade de OMOLÚ. Ficam assim, dois assentos, um lá fora, de INTOTO e outro de AZUANI.
  11. Posun/Posuru: É o mesmo Azunsun do Gege, louvado como Possun no ketu e na Angola, tanto é Iroko como Tempo. Come diretamente da terra. Sua dança mostra claramente sua ligação discreta com Èşù e com a terra, dança com garras na mão. Tem caminhos com Intoto, Iroko e ya.
  12. Savalu / Sapekó: Tem forte fundamento com Nanã.
  13. Tetu / Etetu: É jovem e guerreiro. Come com Ògún e ya. Veste de branco, preto e vermelho.
Sincretismo Religioso
Omolú/Obaluaiê é comemorado em 16 de Agosto devido ao sincretismo com São Roque
É sincretizado como São Roque na forma de Obaluaiê, o jovem. Na forma mais velha de Omulú, é sincretizado como São Lázaro.
Omulú é sincretizado com São Roque, que é um santo da Igreja Católica, protetor contra a peste e padroeiro dos inválidos e cirurgiões.
A sua popularidade, devido à intercessão contra a peste, é grande sendo protetor de múltiplas comunidades em todo o mundo católicoe padroeiro de diversas profissões ligadas à medicina, ao tratamento de animais e dos seus produtos e aos cães.
A  festa em homenagem a Omolú/Obaluaiê é celebrada em 16 de Agosto.
Dia de Omolú e características dos filhos
O dia da semana cosnagrado a Obaluaiê é segunda-feira e a saudação é ATOTÔ!
O dia da semana consagrado a Omolú/Obaluaiê é segunda-feira, as cores são o preto e o amarelo, ou marrom escuro e amarelo e o vermelho. Sua saudação é Atotô!
Uma das características mais marcantes dos filhos de Omolú/Obaluaiê é que seus eles parecem ter mais idade do que realmente têm por conta da entidade ser mais velha e agem como se tivessem uma idade bastante avançada.
Os filhos de Omolú/Obaluaiê são doces, mas reclamões, rabugentos, um tanto mal-humorados. Quando querem, fazem e ajudam a todos sem exceção.
Os filhos deste orixá sofrem com muitos problemas de saúde que se arrastam por anos, geralmente desde criança ou desde o nascimento. São fiéis, dedicados e amigos de verdade.  Podem ter premonições e seus filhos tem um pensamento de pessoas maduras, o que os ajuda a não agirem como crianças, ou serem irresponsáveis. Gostam da ordem e disciplina.
Pipoca é a oferenda principal de Omolú/Obaluaiê
Os devotos de Omolú/Obaluaiê lhe atribuem curas milagrosas, realizando oferendas de pipocas,deburu ou doburu, em sua homenagem ou jogando-as sobre o doente como descarrego.
Doburu é a comida ritual mais apreciada pelos orixás Obaluaiê Omolú. É o milho de pipocaestourado em uma panela, em alguns lugares com óleo, em outros com areia. Nesse último caso, é preciso peneirar a areia dessa pipoca depois de pronta. Ao final, a pipoca é colocada em um alguidar (vasilha de barro) e enfeitada com pedacinhos de côco.
Lenda de Omolú/Obaluaiê
Doente e com o corpo coberto de feridas, Omolú retorna para aldeia onde nasceu e encontra todos os orixás em festa, mas envergonhado de seu aspecto não entra na festa e fica escondido observando os orixás. Ogum percebe que Omolú não veio dançar e compreende a razão, e resolve ir para o mato fazer um capuz de palha da costa para cobrir Omolú da cabeça aos pés.
Feito isto, Omolú entrou na festa, mas mesmo assim não dançava com os orixás. Foi quando Iansã se aproxima e com seu vento sopra a roupa de palha de Omolú e suas feridas pulam para o alto e se transformam numa chuva de pipoca e todos vêem Omolú como um rapaz bonito, sadio e brilhante como Sol.
Trabalhos na linha de Cura para Omolú/Obaluaiê
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Mitologia Babilônica e Mesopotâmia
 A palavra Vizir muitas vezes utilizadas em persa significa: conselheiro religioso.
Segue abaixo um pequeno dicionário sobre as divindades da Babilônia.
Absu (Apsu, Abzu, Apzu): Literalmente, água doce. Na cosmologia suméria, o imenso espaço e fonte das águas primordiais, onde mora Ab, o pai das águas e senhor da sabedoria. Na cosmologia babilônica, o marido de Tiamat, pai dos primeiros deuses, e após a morte deste, o reino das águas doces subterrâneas, lar de Ea e dos Sete Sábios. Também é nome do templo de Ea em Eridu.
Adad (Sumério Ishkur, Semítico Oriental Hadad, Adar, e Addu, também Rimmon, Ramman, "o que faz a terra tremer"): Deus das tempestades, controlador de canais de irrigação e filho de Anu. Deus dos relâmpados, chuva e da fertilidade. Identificado pelos romanos com Jupiter. No Épico de Gilgamesh, o deus dos ventos, trovões e tempestades. Símbolo: touro e relâmpado. Deus oracular. Centro de culto: Aleppo.
Na Mesopotâmia, sua presença surge após os tempos pré- Sargônidos. Reverenciado principlamente pelos povos ao Norte da Babilônia, conforme evidências encontradas nas cidades de Mari e Ebla. No segundo milênio antes de nossa era, Adad era o deus da cidade de Aleppo, mas em outras áreas da Síra, seu culto se funde com o de outros deuses do tempo, como Baal e Dagan.
Adad foi um deus importante na Assíria. Tiglath-Pilesar I construiu um santuário para ele e Anu na capital Ashur. Adad é freqüentemente invocado em maldições, bem como em documentos especiais e privados, como figura de proteção e advertência para todos.
Adapa (Uan, Oannes): De acordo com o mito, Adapa é filho do deus Ea/Enki, o deus da sabedoria, bem como também o Sacerdote-Rei de Eridu, a cidade mais antiga da Babilônia. Ele foi o primeirodos Apkallu, os Sete Sábios enviados por Ea, que trouxeram as artes e civilização para a humanidade. Enki deu a Adapa conhecimento, mas não a vida eterna. Adapa também era um pescador, e um dia, quando estava pescando para prover o templo de Ea, o Vento Sul, Sutu, entornou seu bote, atirando-o contra as rochas, e Adapa, furioso, quebrou a asa do Vento Sul. Por este ato, ele teve de responder frente a Anu nos céus. Ea aconselha Adapa a não beber ou comer da mesa de Anu, e com isto, Adapa acaba não recebendo a vida eterna. Adapa é o precursor do Adão bíblico, o primeiro homem.
Allulu: Ser metade pássaro, metade humano, que amou Ishtar,e que teve suas asas quebradas.
Amurru: Deus principal dos Amoritas, chamado de Deus do Oeste da Natureza, mas de templos e atribuições ainda incertas. Nome do Vento do Oeste em acádio.
Anu: Deus sumério do firmamento, filho de Nammu, pai de Enlil, esposo de Ki. deus de Uruk, templo Eanna; filho de Anshar e Kishar, consorte de Ki/Antu, pai de Ellil, Adad, Gerra, Sharra, e (em algumas tradições) Ishtar. Seu vizir é o deus Ilabrat. Deus principal da geração mais antiga. Símbolo: coroa de chifres sob o sinal de templo/altar.
Angal (Ishtaran): Deus patrono de Der, a cidade ao leste do rio Tigre.
Anshar: "Céu pleno," deus sumério e acádio da antiga geração, pai de Anu, geralmente tido como consorte de Kishar, e assimilado com Assur por semelhança fonética. Seu vizir é o deus Kakka
Antu (Antum, Anunitu): esposa de Anu in Uruk, mãe de Ishtar. Também chamado Anunitu, especialmente em Sippar.
Anunaki (Anunna, Anukki, Enunaki): Termo coletivo sumério e acádio para os deuses da fertilidade e do Mundo Subterrâneo, sob a liderança de Anu. Posteriormente, tornam-se juízes no Mundo Subterrâneo, algumas vezes identificados com os Apkalu. Algumas vezes também chamados de Igigi.
Anzu (Sumério Imdugug, Zu em acádio, também Azzu): Águia de cabeça de leão, porteiro de Enlil, nascido na montanha Hehe. Apresentado como o ladrão mal-intencionado no mito de Anzu, mas benevolente no épico sumério de Lugalbanda. Freqüentemente mostrado na iconografia na pose de "Mestre dos Animais". No mito babilônico Anzu, ele era o vizir do deus supremo Enlil. Um dia, quando Enlil estava-se banhando, Anzu roubou as tábuas do destino e escapou para o deserto. Aquele que possuísse as tábuas do Destino, tornava-se no regente do universo. Ea então pede à deusa-mãe Belet-Ili para dar à luz a um herói divino capaz de derrotar Anzu. Belet-Ili dá à luz a Ninurta, mandando-o então para a batalha. Depois de uma luta eletrizante, Ninurta espeta o pulmão de Anzu com uma flecha, recapturando as tábuas do destino. O épico termina com elogios a Ninurta.
Apkalu: De acordo com as tradições mesopotâmicas, e conhecidos apenas por referências indiretas e por Berossus, Ea mandou sete sábios divinos, Apkalu, sob a forma de peixes "puradu" (carpas?), vindos do Absu para ensinar as artes da civilização (sumério "me") para a humanidade antes do dilúvio. Seus nomes são:
1. Adapa (U-an, chamado Oannes por Berossus),
2. U-an duga,
3. E-me-duga,
4. En-me-galama,
5. En-me-bulaga,
6. An-Enlida,
7. Utu-abzu.
Cada um é conhecido por outros nomes ou epítetos, sendo equivalentes a um rei da época anti-diluviana, daí seus nomes coletivos de ‘conselheiros’ ou "muntalku". Nesta capacidade, a eles é dado o crédito de terem construído as muralhas da cidade. Responsáveis por habilidades técnicas, ficaram também conhecidos como artífices, "ummianu" termo que mostra um possível trocadilho com um dos nomes de Adapa ou U-an. Alguns deles foram poetas, sendo a eles atribuídos os épicos de Gilgamesh e Erra. Eles foram banidos de volta para o Abzu por terem desagradado a Enki. Após o dilúvio, certos grandes homens das letras e exorcistas receberam o status de sábios, mas apenas como mortais. Alguns deuses como Ishtar, Nabu e Marduk - também reivindicam o poder de controlar os sábios. Na iconografia, os sábios são mostrados como homens-peixe ou com atributos de pássaros apropriados a seres do Mundo Subterrâneo.
Aruru: Um dos nome da Gree Deusa Mãe na mitologia babilônica.
Asarluhi (também escrito Asalluhi, Asarluxi): Deus de Ku'ara, filho de Ea, assimilado por Marduk. Possui poderes mágicos e de cura, sendo muito evocado na literatura de encantos e mágica.
Ashnan: Deusa dos grãos e cereais, tal qual Ceres. Filha de Enlil. A ela, foram dados por Enki os campos férteis da Suméria. Deusa de gree poder, com um culto forte e tendo Shakkan por consorte.
Assur (Ashur): Deus nacional da Assíria, epíteto do Enlil Assírio. Substitui Marduk como herói do Enuma Elish, na versão assíria. Patrono da cidade de Assur.
Atrahasis: Em sumério, o mais sábio, o herói do mito do dilúvio. Ensinado pelo deus Enki/Ea para construir a arca e escapar das águas torrenciais. O venerável rei de Shuruppak (próximo a atual povoação de Tell Fara), pai de Uta-Napishtim, o Babilônico Noé. Epiteto de Utnapishtim, e de Adapa.
Aya (Ai): "Aurora," a esposa do deus-sol babilônico Shamash.
Babilônia (Babil): "Portal dos Deuses", capital dos Babilônicos, situada no rio Eufrates. Patrono: Marduk. Residência de grandes reis a partir do segundo milênio. Também chamada de Shuanna.
Bel:Título, Senhor, adotado por vários deuses como cabeças de seus panteons locais. O termo se refere a Marduk na Babilônia, Assur na Assiria, e Ninurta no épico Anzu.
Belet Ili (Ninhursag): "Senhora de todos os deuses", nome da Grande Deusa Mãe. A grande Deusa-Mãe dos sumérios, consorte adorada de Enki. Deusa suméria do útero e das formas. Os deuses lhe pediram para criar os homens, para que estes pudessem trabalhar o solo e construir canais, e mulheres, para que estas gerassem as futuras gerações de servos dos deuses. Ela criou inicialmente sete homens e sete mulheres, e como resultado, após 600 anos, homens e mulheres já tinham-se tornado numerosos na terra. Os mitos mais importantes a ela atribuídos estarão aqui nestas páginas.
Belet-seri: "Senhora dos espaços abertos (onde residem os espíritos)" deusa que faz os registros do Mundo Subterrâneo. Epíteto: Escriba da Terra.
Belili:Um dos nomes da deusa Geshtin-anna, irmã de Dumuzi, esposa de Nin-gishzida. Epíteto: ‘ Aquela que sempre chora.
Berossus: Sacerdote de Marduk na Babilônia. Escreveu Babiloníaca em grego, a cerca de 281 ANE para Antióquio I, a fim de narrar as antigas tradições culturais da Mesopotâmia para os gregos. O trabalho apenas é conhecido em partes, de citações feitas por outros escritores gregos.
Birdu: Deus do Mundo Subterrâneo, consorte da deusa Manungal. Assimilado com Meslamta'ea, um nome de Nergal.
Homem-touro: Palavra kusarikku, anteriormente traduzida como bisão. Criatura composta, morta em combate no mar por Ninurta, e um dos seres mortos por Marduk no Enuma. Elish. Presente na iconografia a partir dos primeiros períodos dinásticos.
Damkina:"Esposa fiel", deusa suméria, consorte de Enki, deus do Absu em Eridu.
Demônios: Na antiga Babilônia, são mencionados muitos demônios nas tábuas de argila, ex. Alu, que esmagava pessoas adormecidas. A demonesa Lamastu, de face clara e relhas de burro, de seios expostos e presas venenosas, matava bebês ainda no seio de suas mães. Doenças e tristezas eram tidas como personificações de demônios, de ambos os sexos. Grupos de demônios são os seguintes:
Dimkurkurra: "Criador de leis" epíteto sumério de Marduk no the Epic de Creation.
Guardiões do Mundo Subterrâneo: Engidudu (também um epíteto de Erra), Endushuba, Endukuga, Endashurimma, Ennugigi, Enuralla/Nerulla, Nerubea.
Duku: Montanha sagrada, nome smério para o local cósmico em Ubshuukkinakku, onde os deuses se reuniam para decidir os destinos, e presente em todos os templos das maiores divindades da Mesopotâmia.
Dumuzi: " Filho fiel", deus sumério deus, consorte de Ishtar, irmão de Geshtin-anna, rei-pastor de Uruk, guardião do portal dos céus de Anu, junto com Gishzida, e pescador de Ku'ara. Passa metade do ano no Mundo Subterrâneo. Nome pronunciado Du'uzi na Assiria; chamado Tammuzi na Babilônia e Adonis na Grécia.
E-akkil: Templo do deus Pappsukkal em Kish.
Eanna: " Morada dos Céus", nome do templo de Anu e Ishtar em Uruk, também chamado de "Puro Tesouro".
Earth: Grande deusa na Teogonia de Dunnu; e um nome para Mundo Subterrâneo.
Ea-sharru: "Ea o rei" ou nome de Enki.
Ea-engurra: Templo do deus Ea em Eridu.
E-galgina: "O palácio do Todo Sempre" nome de um local no Mundo Subterrâneo.
E-galmah: Templo da deusa Gula em Isin.
E-igi-kalama: Templo de Lugal-Marada em Marad.
E-halanki: Altar da deusa Zarpanitum na Babilônia.
Ekur: "Morada da Montanha" O templo do deus Enlil em Nippur, onde nasceu Ninurta.
E-kurmah: "Grande Morada da Montanha" o templo de Ninazu.
Ellil (Illil, Sumério Enlil): Deus sumério deus, cujos atributos e natureza ainda são incertos. O mais importante da geração mais nova dos deuses sumérios e acádios. Centro de culto Nippur. Templo chamado Ekur. Esposa: Ninlil/Mulittu; filho Ninurta. A interpretação antiga de seu nome como Senhor Vento/Ar é incerta. Epítetos: Rei das terras populosas. Símbolo: coroa em forma de chifre sobre o sinal de altar. Filho de Anu e Ki. Veja também Anzu, Ninurta.
E-meslam: Templo de Nergal em Kutha.
Enbilulu: Deus sumério deus da irrigação, canais e agricultura. Assimilado com Adad na Babilônia.
E-ninnu: "House de Fifty" Templo de Ningirsu in Girsu.
Enki: Sumério deus das águas doces, da sabedoria e das artes, que podia trazer os mortos à vida, pois dele era toda a fonte do conhecimento mágico da vida e da imortalidade. Adorado principalmente em Eridu, uma das primeiras cidades do mundo, e chamado de Ea na Babilônico, Rei do Absu. Enki possuía o secredo dos "me", termo que significa 'cultura, civilização", cuja base é o progresso pelo conhecimento que deve liderar a humanidade. Ele trouxe a civilização para as pessoas e assinalou a cada um o seu destino. Enki criou a ordem do universo, encheu os rios de peixes, inventou o arado para que os fazendeiros pudessem trabalhar a terra e criar gado. Enki saiu das águas do Golfo Pérsico como deus dos peixes. Sua esposa é Ninhursag.
Enkidu (Previamente Ea-bani): Irmão de alma de Gilgamesh, o homem selvagem primitivo que se torna civilizado pela intercessão de uma iniciada do templo de Inana/Ishtar. Assimilado em parte por Shakkan como mestre dos animais e parte com Lahmu, como o herói primitivo.
Enkimdu: Deus sumério dos fazendeiros, proprietários de terra e agricultores.
Enkurkur: Senhor da Terra, título sumério.
Enlil: Na mitologia suméria, o mais importante e poderoso da nova geração dos deuses, o deus dos ares que também rege sobre a terra.
Enmesharra: Deus do Mundo Subterrâneo.
Enugi: Deus sumério da irrigação, dos canais, diques e atendente de Enlil.
Enushirgal Templo do deus da Lua em Ur.
Ereshkigal(Ninmenna): "Rainha da grande terra", "Rainha da Terra", irmã de Ishtar, esposa de Nergal, mãe de Ninazu. A babilônica Perséfone, esposa de Nergal, a deusa dos mortos do Mundo Subterrâneo. Muitoa hinos são dedicados a ela. Ver o mito de Nergal e Ereshkigal, e Eridan: Rio do Mundo Subterrâneo.
Eridu: Cidade muito antiga, ás margens do Golfo da Arábia. Também o nome de um bairro da Babilônia. Centro de culto do deus Ea/Enki.
Erra: Deus da guerra, da caça e das pragas. Etimologia "terra ardente" provavelmente incorreta. Assimilado com Nergal e Gerra. Templo Emeslam na cidade de Kutha. Epíteto Engidudu "Senhor que caça na noite". Veja Nergal. Deus babilônico da guerra, da morte e outros desastres. Seu maior aliado é a fome causada pelas secas. Pode ser identificado com Nergal, o deus da morte. Ele expressa a morte simbolicamente como letargia e estupor. A guerra tem sido sempre uma grande causa de morte ao longo de toda história da Mesopotâmia. Um dos primeiros poemas épicos a serem descobertos e gravados em tábuas de argila é o Épico de Erra. No início deste épico, Erra senta-se em seu trono no palácio, enquanto que suas armas, que são na realidade o espelho do deus, ou os demônios, Sibiti, se queixam da inatividade de seu senhor. Erra convence então o deus da Babilônia a visitar o Abzu. Erra está a ponto de destruir a Babilônia, quando o velho Ishum, ministro de Marduk, lhe diz: "Aqueles que fazem a guerra são ignorantes / A guerra mata os sacerdotes e os que não tem pecado." E apesar de Erra ter começcado a destruição da terra, ele é pacificado pelo sábio ministro, chamando seus cães de guerra de volta para si. Marduk retorna e tudo acaba em paz.
Erragal, Erakal: Provavelmente outro nome para Nergal, significando Erra, o grande. Provavelmente pronunciado como Herakles em grego.
E-sagila: Templo de Marduk na Babilônia, a "morada do céu e da terra".
E-sharra: Nome de vários templos, incluindo o de Anu em Uruk e de Assur na cidade do mesmo nome.
Eshgalla: "Grande Altar"
Eshnuna: Reino ao leste do rio Tigre, incluiu Ishchali, onde material com o mito de Gilgamesh foi escavado, e Tell Hadad, onde foi encontrado o mito de Erra e Ishum..
E-sizkur: "Morada da prece".
E-sikil: "Pura morada", nome do templo de Tishpak (anteriormente de Ninazu) em Eshnuna.
Etana: 12º Rei de Kish após o Dilúvio, pai de Balih; 13º rei-deus da dinastia suméria que reinou na cidade de Kish. Apesar de ter sido escolhido por Anu e rezar diariamente para Shamash, pedindo por um herdeiro, Etana não tinha filhos. Shamash disse-lhe então para libertar uma águia, que havia sido aprisionada por uma serpente. Etana libertou a águia, e esta, em gratidão, carregou o rei nas costas até os céus. Lá, Etana, em frente ao trono de Ishtar, suplicou por um filho. Ishtar dá a ele a planta do nascimento, que Etana provavelmente teve de comer juntamente com sua esposa. Sabemos que finalmente Etana teve um filho. Foi encontrado um épico incompleto sobre Etana.
E-temen-anki: Nome da grande torre Ziggurat de Marduk na Babilônia.
Gerra: Sumério Gibil, deus do fogo, assimilated with Erra e Nergal, filho de Anu e Anunitu.
Gilgamesh (Bilgamesh, Galgamishul, anteriormente também escrito/lido como Izdubar): Rei de Uruk, filho de Lugalbea e Ninsun no épico do mesmo nome. Nome pode significar "o antigo ancestral tornado jovem" em sumério. Chamado de deus em alguns textos antigos. Epíteto mais recente: Rei da Terra.
Gishzida (Gizzida, Nin-gishzida): "Madeira de confiança", deus sumério em geral colocado no mesmo patamar de Dumuzi, filho de o de Ninazu, consorte de Belili, guardião dos portais de Anu. Centro de culto: Gishbea, entre Lagash e Ur. Símbolo: serpente coroada.
Gushkin-bea: Nome do deus patrono da metalurgia.
Hamurabi: Rei da Babilônia 1848-1806 AC. Autor do famoso código de leis.
Hehe: Nome de uma montanha mitológica, local de nascimento de Anu.
Homem-Mulher Escorpião: Criaturas compostas, algumas vezes benéficas ao homem. Guardiôes da montanha Mashu. Na mitologia suméria, os guardiões da terra dos imortais. Um dos desafios enfrentados por Gilgamesh em sua busca pela imortalidade
Hubur: Em sumério, o rio Ilurugu, situado no Mundo Subterrâneo, um rio de provações usado para resolver disputas. A mesma palavra dá o nome a um afluente do rio Eufrates na Síria.
Humbaba (Humwawa):Guardião da floresta dos pinheiros, derrotado por Gilgamesh e Enkidu, ancestral das Górgonas gregas. Sua voz é chamada de arma de Abubu.
Hurabtil:Deus elamita, também chamado Lahurabtil.
Igigi: Termo sumério para os grandes deuses e deusas da geração mais nova, liderados por Enlil, freqüentemente identificados com os Anunaki.
Irnini (Irnina):Deus da guerra assimilada por Ishtar.
Ishara: Deusa do casamento e do parto, protetora de juramentos. Centro de culto: Kisurra na Babilônia. Símbolo: escorpião.
Inana/Ishtar: 1.Grande deusa suméria do amor e da guerra, cujo consorte é Dumuzi. 2.Deusa babilônica, "Senhora do Céu e da Terra". Na tradição de Uruk, filha de Ningal e Nana, irmã do deus Sol Utu. Símbolos: roseta, estrela matutina e vespertina. A divindade feminina mais fascinante da Mesopotâmia, Amante e Amada por excelência, consorte sagrada de monarcas. Identificada com a egípcia Isis, com a grega Vênus/Afrodite, com a fenícia Astarte e com a cananéia Astoret. Na Babilônia, a deusa de maior culto, sendo que pelo monumental Portal de Ishtar era um dos portais da cidade. Esposa de Dumuzi/Tamuz, sendo personagem de muitos mitos importantes e hinos. O leão, o touro e dragões também são animais consagrados a ela.
Irkalla: Nome babilônico para a deusa do Mundo Subterrâneo. Veja Ereshkigal.
Ishkhara: Deusa babilônica do amor, sacerdotisa de Ishtar.
Ishullanu: Jardineiro do deus sumério Anu, que oferecia cestas de tâmaras para Ishtar, por quem era apaixonado. Por ter sido extremamente possessivo com relação a ela, Ishtar transforma-o num sapo.
Ishum: Deus do fogo e conselheiro de Erra. Assimilado com Hendursanga. Sábio ministro de Marduk no épico de Erra.
Kakka: Vizir e ministro de Anu. Personagem de grande importância no mito de Nergal e Ereshkigal.
Kaksisa: Deus babilônico das estrelas; Sirius.
Kalkal: Guradião de Enlil em n Nippur.
(K)huluppu: A Árvore da Vida na cosmologia babilônica, encontrada às margens do rio Eufrates. Sua madeira tem poderes medicinais. Ver a Arvore de Hupulu em O Ciclo de Inana.
Ki: Deusa suméria da terra, mãe de Enlil, o deus dos ventos e do ar.
Kishar: Deus da geração antiga, consorte de Anshar.
Kush: Deus dos rebanhos.
Lugalbanda: Pai de Gilgamesh,rei de Uruk, filho de Emerkar, herói endeusado de muitas histórias sumérias. Consorte de the deusa Ninsun, nativo de Kullab, bairro da cidade da Babilônia.
Marduk (Assírio: Assur; Sumério: Enlil; Grego: Zeus): Deus patrono da Babilônia, consorte de Zarpanitum. Templo Esagila, zigurate E-temen-anki. Epíteto: Bel (Senhor). Protetor da agricultura, da justiça e do direito. Filho de Enki/Ea, pai de Nabu, criou ventos e tempestades como Zeus. Também lutou e venceu Tiamat para criar a ordem e o universo. Personagem principal do mito da criação Babilônica, outro grande épico mesopotâmico, chamado de Enuma Elish.
Melqart: Deus fenício, equivalente a Nergal. Nome significa "Senhor da Cidade" Patrono de Tira.
Muhra: face que olha nas duas direções, nome dos guardiões do Mundo Subterrâneo.
Mulliltu, Mullita: Deusa babilônica deusa, chamada Mullissu em assírio, Ninlil em sumério, e Mylitta em Grego. Consorte de Ellil e Assur. Venerada em Nippur.
Mundo Subterrâneo: Conhecido por diversos nomes: A fortaleza de Danina; Arali; Kutha (cidade da qual Nergal era patrono); Meslam (templo de Nergal em Kutha); As Regiões Inferiores: saplatu; O Grande Local: kigallu, gingal; Terra da Qual não se Retorna: Kurnugi; Grande cidade: Erkalla; Grande Portal, chamado Ganzir, palácio Egalgina. Regido por Ereshkigal e Nergal; tendo Belet-Seri. Como escriba. Juízes: os Anunnaki e Gilgamesh.
Mushussu: "Serpente rubra/furiosa"  dragão ou monstro composto. Símbolo de Marduk.
Nabu (Nebo): Deus da escrita e da sabedoria. Templos chamado Ezida, possuindo altares importantes nas cidades de Borsipa, Suza e Tashmetum. Culto começa a Ter proeminência a partir do século VIII antes da nossa era. Como o deus mesopotâmico da linguage, eloqüência e sabedoria, era o padroeiro dos escribas (homens e mulheres). Filho de Marduk, tinha como esposa Nidaba, também deusa da escrita e dos escribas, como mensageiro dos deuses ele podia ser comparado a Hermes. Adorado pelos babilônicos, e um exemplo disso é o nome do famoso imperador Nabucodonossor, que quer dizer literalmente "Nabu triunfa".
Namu: Deusa-mãe suméria, mãe de Enki e Ereshkigal. Deusa dos Mares, que criou o céu e a terra.
Nana: Deus sumério da Lua, da cidade de Ur, amado de Ningal. Sumério moon-deus de the cidade de Ur. Também chamado Sin, filho de Enlil e Ninlil.
Nergal: Também pronunciado Erakal, "Lord de Erkalla (the grande cidade)", escolhido de Ereshkigal no mito "Nergal e Ereshkigal" . Assimilado com Erra, com muitos aspectos depois assimilados pelo grego Hércules. Templo Emeslam. Parcialmente assimilado com Gilgamesh como juíz do Mundo Subterrâneo, e com Ninurta.
Ninazu: Deus de Eshnunna. Templo chamado E-sikil e E-kurmah. Filho de Enlil e Ninlil, concebido durante a descida de Enlil e Ninlil ao Mundo Subterrâneo, pai de Ningishzida. Substituído por Tishpak como patrono de Eshnunna. Deus babilônico da cura, mágica e encantamentos.
Ningal: Amada consorte de Nana/Suen, o deus da Lua, mãe de Utu, o deus do Sol e Inana, a grande deusa do amor e da guerra.
Nin-shubur: Divindade feminina na Suméria, masculina em acádio. Vizir de Anu e de Ishtar. Assimilada com Ilabrat e Papsukkal.
Nummu (Ninsar): Deusa suméria das plantas, filha de Enki. Ela torna-se esposa de seu pai para dar à luz à deusa Ninkurra, que também se casa com seu avô Enki para conceber Uttu, a deusa dos teares e das aranhas.
Nin-Sun: Deusa suméria e babilônica, da cidade de Uruk, mãe de Gilgamesh.
Nintu:Nome de Ninhursag.
Ninurta: Provavelmente pronunciado Nimrud e Enurta algumas vezes. Deus guerreiro sumério, vencedor heróico de muitas vitórias, deus da agricultura e da fertilidade. Filho de Ellil. Assimilado com Ningirsu. Templo: E-padun-tila , tendo talvez o seu templo principal situado em Nippur. Líder dos Anunaki no mito de Anzu. Como Marte, Ninurta é patrono daqueles que trabalham com cobre, os primeiros mineiros do planeta.
Nipur: cidade da Mesopotamia central, Centro de culto de Ellil, templo principal: Ekur.
Nisaba (Nissaba): Deusa suméria das artes do escriba, protetora das escolas, professores e estudantes. Seu símbolo é o cálamo, um tipo de junco duro, usado para escrever, colocado sobre o símbolo de altar. Ela também era considerada a deusa protetora da agricultura, da vegetação ordenada e da mágica.
Nudimmud: Nome sumério de Ea como deus criador.
Nusku: Deus da luz, com importantes altares junto ao deus da lua em Harran e Neirab. Vizir de Anu e de Ellil. Símbolo: Lâmpada.
Oannes: Grego para Uan, um dos nomes de Adapa.
Oferendas: Oferendas de farinha, "mashatu" eram cozidas e espalhadas. Oferendas de fumaça "qutrinnu", as quais os deuses podiam sentir o cheio nos céus.;Incenso ou "mussakku"; Oferendas de apresentação "taqribtu"; Oferendas de comida, "nindabu" freqüentementen de pão; Oferendas regulares "ginu"; Sacrifiícios, freqüentementen de ovelhas.
Pabilsag: Deus de Larak, cidade importante antes do Dilúvio.
Panigara (Pap-nigin-gara): Deus guerreiro, assimilado por Ninurta. Epiteto: "Senhor dos marcos de pedra."
Pazuzu: Demônio mesopotâmio do Vento Sul, com quatro asas e cabeça de leão 
Pukku: Na mitologia babilônica, o tambor que Ishtar deu a Gilgamesh.
Ramman, Rimmon: "Aquele que faz a terra tremer," nome de Adad..
Resheph: Deus sírio da guerra, com cabeça de gazela.
Rim-Sin: Rei de Larsa do período dinástico sumério. Rim-Sin escavou o rio Eufrates com suas mãos, pois ele foi um grande gigante.
Salbatanu: Deus babilônico e planeta Marte.
Sargão II: Rei da Assíria, 721-705 Antes da Nossa Era. Escreveu uma longa descrição de sua oitava campanha sob a forma de uma carta ao seu deus pessoal.

A cruz é de Tammuz, deus da Babilonia




Os Jesuitas foram fundados por Ignatious de Loyola em 1541 com o propósito de parar Protestantismo.
Os Jesuitas tem aconselhado Reis, instalado e tirado governos.
Os Jesuitas são profesores nas Igrejas Romano Catolicas
Existem cerca de 100000 jesuitas, incluindo Jesuitas fora do sacerdocio.
86% dos sacerdotes romano catolicos, (incluindo Jesuitas) estão recevendo tratamentos psicologicos e psiquiatricos.
E em areas aonde tem uma alta concentração de jesuitas (Alaska por ejm.) os abusos sexuais por sacerdotes é muito mais alta que o normal.
1 corintians 6:Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas,
10nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus.
Portanto, auqueles Sacerdotes Catolicos, que estão abusando sexualmente de crianças, de acordo com a Lei de Jeová, estão condenados. Os outros sacerdotes, Bispos, etc., que estão encubrindo estes crimens, também estão condenados de acordo com a Lei de Jeová. Unico problema é que nessa situação toda, até termina incluido o Papa da Instituição Catolica Romana. 
Oops. Que mente a minha?
A instituião romano catolica nao permite casamentos dos seus sacerdotes porque, a "instituição romano catolica" está baseada em um rito pagano, aonde o sacerdote que era chamado de "pater" (pae, padre), não era permitido se casar. Só os "sumos sacerdotes" podiam se casar e ter filhos.
De acordo com a palavra de Jeová, não deve-se chamar nenhum homem de "pae", padre, pater.
E proqué que os sacerdotes da Instituição Catolica Romana chaman-se de "Padre", mesmo transgredindo o mandado por Jeová na Biblia?
Bom, é simples, a resposta é, porque os sacerdotes da Instituição Catolica Romana não são de Jeová, não são Sacerdotes de Jesus, são sacerdotes de um deus-demonio da Babilonia que chegou no Vaticanus, que chama-se Mitra. Esses sacerdotes de Mitra, sim eram chamados de "Pater", muito antes da época de Jesus.
Matt 27:9 E a ninguém sobre a terra chameis vosso pai; porque um só é o vosso Pai, aquele que está nos céus.
Quem era o "sumo sacerdote" da Instituição Católico Romana? 
Os Reis do Imperio Romano, Cesaer, Julio Cesar, etc.
Para Vc. começar a entender catolicismo, tem que estudar a Roma antiga, Babilonia antiga, Egipto antigo, os templos em forma de caverna da cidade do Vaticanus (em Latim, a palavra Vaticanus, quer dizer: "Cidade dos Bruxos"), porque na realidade, na cidade atual do Vaticano, antes da epoca de Jesus Cristo, durante e depois; era uma cidade conhecida nesse periodo, como a cidade aonde tinha centos de bruxos, centos de templos a diferentes deuses-demonios. 
No tempo de Jesus, tinha aproximadamente 700 templos ao deus-demonio Mitra, na cidade do Vaticanus, hoje Capital da Instituição Catolica Romana.
Acima desses mesmos templos de Mitra, foram construidos as Igrejas Catolicas de Roma, e os sacerdotes de Mitra, os bruxos do Vaticanus, simplesmente mudaram-se da caverna para o templo construido acima do nivel da terra. O sacerdote-pater, o ritual, o deus-demonio, etc., continuo o mesmo. Mudou a fachada, não mudou o interior.
Assim como no Candoble um demonio se sincretiza em Sao Jorge, etc.; do mesmo jeito, na Instituição Católica Romana, o deus-demonio Mitra se sincretizou, se enfeitou de Jesus, a Rainha das estrelhas, Semiramis-Ishtar-Venus-Isis-Cibele, se sincretizou na "Virgem Maria". O resto dos Apostolos e Santos, se sincretizaram, no resto dos deuses demonios do antigo Vaticanus, da antiga Grecia, da antiga Babilonia.
Antes do tempo de Jesus, o máximo Bruxo do Vaticanus chamava-se de Maximo Sacerdote (Pontifex Maximus), hoje o Papa chama-se também de "Pontifex Maximus"
A vestimenta do Maximo Sacerdote dos bruxos do vaticanus, indica claramente os deuses para quem ele serve. O chapeu em forma de boca aberta de peixe, e o mesmo chapeu usado pelos sacerdotes do deus-demonio Dagon, as cores da vestimenta, sao as mesmas cores dos sacerdotes de Mitra, de Isis-Osiris, etc., e o batao que o papa do vaticanus usa, é um instrumento de adivinhação, chamado de LITUUS, também usado pelos bruxos do Vaticanus muito antes do tempo de Jesus. E as cruces na vestimenta do Papa, nas Igrejas Catolicas, nos terços de oração? As cruces, são o simbolo, de um deus-demonio da Babilonia chamado de Tammuz. Por isso que toda cruz e maligna, porque em cada cruz que Vc. tiver, que seu Pastor Evangelico tenha na Igreja dele, em cada cruz, está a presença de este demonio Tammuz. 
Acorde irmão. A cruz e maligna. A cruz é do deus-demonio da Babilonia Tammuz.
Vc. ainda tem uma cruz pendurada no seu pescoço? jogue ela fora!
Tem cruz na sua Igreja Evangelica? Falhe com seu Pastor e diga para ele, que o Pr. Branko, ensinou-lhe que em cada cruz está um demonio, e que tem que ser jogada fora.
Tem cruz ainda na sua casa de crente? Pegue todas as cruces e jogue elas fora!
Quando Vc. esta vendo o Papa da Instituição Catolica Romana, com a sua indumentaria de Pontifex Maximus, Vc. também está vendo o mesmo uniforme usado pelo Sumo Pontifice (maximo bruxo) dos bruxos do Vaticanus, antes da época de Jesus.
____________
Na Espanha e Roma, nos anos 1932-1934 teve varios casos de descobrimentos de esqueletos de crianças em propiedade de conventos catolicos, na maioria dos casos, estas mortes foram causadas por asfixia.
Sem os sacerdotes romano catolicos, nao existiria instituição romano catolica. o mais importante juramento é de celibacia, sem celibacia não existe ordem sacramental. Eles dizem que Deus favorece o sacerdote com graça acima de outros porque eles se mantém solteiros. Caso todos os sacerdotes se casar, isso destruiria o sistema, porque a instituição é baseada em certas leis, que indicam que o papa só pode chegar atravez do sacerdocio.
Não sacerdotes, não papa, não instituicão romano catolica.
O papa supostamente, é o governante do mundo. Augustine, um escritor romano catolico (420 AD) indica isto na sua versão original do livro "a cidade de Deus".
"Ele (o papa) é o sol, o governante do universo, a lua (os governos da terra) refletem a sua gloria. A terra e toda a gente q se dobram perante ele".
No tempo de Augustine, o papa era chamado, de bispo de roma.
O nome, Simon, quer dizer "areia" e pedro quer dizer "pequena pedra", então, é jesus a rocha?
pedro nunca poderia ser a rocha.
tambem, pedro era casado.
mat 8:14Ora, tendo Jesus entrado na casa de Pedro, viu a sogra deste de cama; e com febre.
mark 1:30A sogra de Simão estava de cama com febre, e logo lhe falaram a respeito dela
lucas 4:38Ora, levantando-se Jesus, saiu da sinagoga e entrou em casa de Simão; e estando a sogra de Simão enferma com muita febre, rogaram-lhe por ela.
mat 16:15Mas vós, perguntou-lhes Jesus, quem dizeis que eu sou?
    16Respondeu-lhe Simão Pedro: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo.
    17Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus.
    18Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do hades não prevalecerão contra ela;
    19dar-te-ei as chaves do reino dos céus; o que ligares, pois, na terra será ligado nos céus, e o que desligares na terra será desligado nos céus.
john 1:42and he brought him unto Jesus: and having looked upon him, Jesus saith, `Thou art Simon, the son of Jonas, thou shalt be called Cephas(kefa-aramaic, petros-greek",' (which is interpreted, A rock.)
joao 1:42E o levou a Jesus. Jesus, fixando nele o olhar, disse: Tu és Simão, filho de João, tu serás chamado Cefas (que quer dizer Pedro).
cephas=pedra, pequena pedra
23and he having turned, said to Peter, `Get thee behind me, adversary! thou art a stumbling-block to me, for thou dost not mind the things of God, but the things of men.'
1 tim 3:2,3,4,5 2É necessário, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma só mulher, temperante, sóbrio, ordeiro, hospitaleiro, apto para ensinar;
    3não dado ao vinho, não espancador, mas moderado, inimigo de contendas, não ganancioso;
    4que governe bem a sua própria casa, tendo seus filhos em sujeição, com todo o respeito
    5(pois, se alguém não sabe governar a sua própria casa, como cuidará da igreja de Deus?);
a biblia catolica tem q ter a autorização nihil obstat, imprimatur. Isso e, a Biblia Catolica, não e uma traduição fiel, verbatim, das linguas originais. Tem centos de versiculos que são "convenientemente" mudados, na biblia catolica.
Porque a palavra de Jeova, fielmente traduzida, indica claramente que a Instituição Catolica Romana, não e de Jeová.
A inquisição apos 1200 AD teve 150 milhoes de vitimas.
O escritorio sagrado q levaba a inquisição era de monjes dominicanos, formado por um sacerdote de nome "Dominico", mais os cerebros por trás, eram os Jesuitas.
A igreja tinha a autoridade moral, direito de poder, de encontrar heréticos culpados.
Era penado com a morte que um cristiano, que acreditase na biblia, pudese fazer adoração e cultos em casa. A igreja romano catolica chamaria estes encontros de "reunioes de bruxos".
O tribunal e juri da Inquisição sentava-se numa posição de Deus, estar em desacordo com eles, era estar contra Deus.
Joao 14:6Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Em 1550 AD os Jesuitas começaram a se infiltrar em cada religião e denominação. Eles ainda estão fazendo isso hoje de uma maneira bem mais sofisticada. Graças ao movimento ecuménico/carismático e algumas igrejas fundamentalistas.
Pergunta: a sua Igreja Evangélica, o seu Pastor, são Ecumenicos? Caso eles ser, saiba Vc. que a sua Igreja não e de Jesus, a sua Igreja esta diretamente baixo o controle da Instituição Catolica Romana.
A única religião permitida na Espanha era o catolicismo romano, os sacerdotes locais tinham listas das pessoas das suas parroquias, caso alguém não vir na misa, a policia secreta era notificada, eles seguiriam quem não frequantaba a misa até encontrar as suas igrejas escondidas.
efesians 5:23 23porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o Salvador do corpo.
na biblia, o senhor jesus e a cabeça da igreja 
na instituição romano catolica, o papa e a cabeça da igreja catolica
na biblia indica q:
romanos 10:17 17Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo.
deutoromio 4:15Guardai, pois, com diligência as vossas almas, porque não vistes forma alguma no dia em que o Senhor vosso Deus, em Horebe, falou convosco do meio do fogo;
    16para que não vos corrompais, fazendo para vós alguma imagem esculpida, na forma de qualquer figura, semelhança de homem ou de mulher;
A instituição romano catolica diz q imagems são usadas para aumentar a fe nos misterios de Cristo
Na instituição romano catolica, todos os pecados debem ser confesados a um homem
na biblia indica:
salmo 32:5 5Confessei-te o meu pecado, e a minha iniqüidade não encobri. Disse eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a culpa do meu pecado.
marcos 2:7 7Por que fala assim este homem? Ele blasfema. Quem pode perdoar pecados senão um só, que é Deus?
mateus 24:4 Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane.
galatas 1:6Estou admirado de que tão depressa estejais desertando daquele que vos chamou na graça de Cristo, para outro evangelho,
    7o qual não é outro; senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo.
    8Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregasse outro evangelho além do que já vos pregamos, seja anátema.
    9Como antes temos dito, assim agora novamente o digo: Se alguém vos pregar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.
    10Pois busco eu agora o favor dos homens, ou o favor de Deus? ou procuro agradar aos homens? se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
    11Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens;
    12porque não o recebi de homem algum, nem me foi ensinado; mas o recebi por revelação de Jesus Cristo.

6Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Amigo Católico, com certeza, após esta explicação, Vc. començou a entender que a salvação não e mediante o Papa, nem mediante os Sacerdotes da Instituição Catolica Romana. A salvação é mediante a Palavra de Jeová.
Procure uma Biblia, não adulterada, e estude ela, para assim, encontrar mediante a Palavra de Jeova, o caminho da sua salvação individual.
Os deixo a Paz do Senhor Jesus.










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