segunda-feira, 25 de novembro de 2019

DEUS, EU E A BÍBLIA


Como conhecer a verdade?


Os judeus que criam em Cristo haviam se arrependido? Eles sofreram uma revolução de pensamento a respeito de seus pontos de vista? Não! Eles não se arrependeram, e nem acataram o ensinamento de Cristo, visto que retrucaram o Mestre dizendo: Somos descendência de Abraão, e nunca fomos escravos de ninguém” ( Jo 8:33 ). A atitude mental dos judeus que criam em Cristo é idêntica a dos escribas e fariseus que iam ao batismo de João Batista. Apesar de serem alertados que deviam mudar de concepção porque era chegado o reino dos céus, permaneciam acreditando que haviam herdado os céus por serem descendentes de Abraão.

Como conhecer a verdade?
Os verdadeiros discípulos
Certa feita o Senhor Jesus alertou os judeus que ‘criam’ n’Ele dizendo: “Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos…” ( Jo 8:31 ).
Através deste alerta, o Mestre por excelência, além de evidenciar o que havia no coração de alguns dos seus seguidores, também nos deixou uma grande lição.
Jesus deixa claro aos seus ouvintes que há uma condição a ser satisfeita para que os judeus pudessem ser seguidores verdadeiros “Se vós permanecerdes na minha palavra…”. A partícula ‘se’ introduz uma condição.
Caso os judeus que criam em Cristo permanecessem no seu ensino, verdadeiramente seriam seguidores (discípulos) de Cristo. Após serem verdadeiros discípulos, então conheceriam a verdade, e a verdade haveria de libertá-los.
O alerta solene do Mestre demonstra que os judeus, que o apóstolo João enfatizou que criam em Cristo, na verdade:
§  Não criam n’Ele como diz as escrituras;
§  Não eram seus discípulos;
§  Não conheciam a Verdade, e;
§  Eram escravos do pecado.
Por definição, discípulo é aquele que segue outrem em suas ideias, ensinamentos ou posições ideológicas. Não basta dizer ser discípulo, antes é necessário comungar das mesmas ideias do Mestre.
O verdadeiro discípulo é aquele que acata o ensinamento do seu mestre e permanece naquilo que foi ensinado. Ora, para tanto é necessário ao discípulo renunciar os seus próprios conceitos e acatar o ensinamento do Mestre. É necessário haver no discípulo uma mudança de concepção acerca da matéria que lhe foi transmitida pelo Mestre.
Esta mudança de pensamento ou de ponto de vista é o que se denomina de arrependimento. O verdadeiro arrependimento diz de uma mudança de entendimento, mudança de pensamento, de propósito, ou de ponto de vista referente a uma determinada matéria.
O verdadeiro discípulo é aquele que adquire outra atitude mental com base no do que lhe foi ensinado pelo Mestre. No discípulo deve ocorrer uma revolução de entendimento no seu ponto de vista, deixando para trás o entendimento que lhe era tão caro. Abandonar os próprios conceitos diante da mensagem de Cristo é o que denominamos de arrependimento.
Os judeus que criam em Cristo haviam se arrependido? Eles sofreram uma revolução de pensamento a respeito de seus pontos de vista? Não! Eles não se arrependeram, e nem acataram o ensinamento de Cristo, visto que retrucaram o Mestre dizendo: Somos descendência de Abraão, e nunca fomos escravos de ninguém” ( Jo 8:33 ).
A atitude mental dos judeus que criam em Cristo é idêntica a dos escribas e fariseus que iam ao batismo de João Batista. Apesar de serem alertados que deviam mudar de concepção porque era chegado o reino dos céus, permaneciam acreditando que haviam herdado os céus por serem descendentes de Abraão.
João Batista já havia alertado os escribas e fariseus a mudarem de ponto de vista (arrependei-vos), visto que era chegado o Cristo, o reino dos céus entre os homens ( Mt 3:2 ). Porém, mesmo após serem batizados, continuavam professando que eram salvos por serem descendentes de Abraão “E não presumais de vós mesmos, dizendo: Temos por Pai a Abraão ( Mt 3:9 ).
O verdadeiro discípulo não presume de si mesmo, antes acata o ensinamento do seu Mestre. O verdadeiro discípulo muda de concepção, ou seja, arrepende-se, quando aprende do Mestre, e não segue dizendo como os judeus: Somos descendência de Abraão, e nunca fomos escravos de ninguém” ( Jo 8:33 ).

O Conhecer
Que tipo de conhecimento Jesus propõe aos seus ouvintes?
O lexicógrafo Aurélio assim define o verbo conhecer:
“v.t.d. 1. Ter noção ou conhecimento de; saber. 2. Ser muito versado em; saber bem. 3. Ter relações ou convivência com. 4. Travar conhecimento com. 5. Reconhecer. 6. Apreciar, avaliar. 7. Ter experimentado (algo). 8. Ter estado em (certo lugar). 9. Ter relações sexuais com. T.i. 10. Ter grande saber, ou competência: O juiz conhecia da causa. P. 11. Ser consciente de si mesmo, dos seus valores e limitações”.

Dentre tantas possibilidades, qual o sentido exato da palavra ‘conhecer’ na frase: “… então conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” ( Jo 8:32 ).
Um estudioso mais cauteloso busca aprimorar o seu campo de pesquisa analisando a palavra grega traduzida por ‘conhecer’ (‘gínomai’ ou ‘ginosco’ ou ‘gignósko’ são, na sua forma, um verbo), pois o Novo Testamento foi redigido na língua grega.
Outros, na tentativa de encontrar o melhor significado semântico da palavra “gnôsesthe“ que foi utilizado por Jesus, estudam a literatura grega e os seus diversos escritores, como Sócrates, Platão, Aristóteles, etc. Desta pesquisa, nem os escritos apócrifos e gnósticos escapam a análise.
Palavras como ‘gnose’, um substantivo que deu origem a outra palavra, ‘gnóstico’, detém o significado de um conhecimento espiritual, místico. Daí percebe-se que, desde aquele tempo a palavra deixou de ter o significado de mero conhecimento cultural, para contemplar algo que dá sentido a existência humana.
Tais buscas esgotam as possibilidades? Não!
O leitor do Novo Testamento precisa estar atento, pois o melhor significado das palavras empregadas por Cristo e os seus apóstolos não são provenientes das tragédias gregas, ou das religiões que surgiram à época. Antes, os termos empregados pelos escritores do Novo Testamento estão intimamente ligados semanticamente aos termos e ideias dos vocábulos e textos do Antigo Testamento.
Diante desta busca por saber, os estudiosos mais cautelosos não podem deixar de considerar que a doutrina de Cristo tem por base o Antigo Testamento, pois Ele mesmo assevera: “Examinais as Escrituras, porque vós cuidais ter nelas a vida eterna, e são elas que de mim testificam” ( Jo 5:39 ).
Qualquer tentativa de interpretar as palavras de Cristo e dos apóstolos utilizando somente o significado semântico pertinente à literatura e a filosofia grega, é temerário.
Com base no Antigo Testamento, qual o significado do termo ‘conhecer’ nos versos seguintes:
§  “Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais” ( Gn 3:7 );
§  Conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu e teve a Enoque” ( Gn 4:25 ).
O primeiro uso do termo hebraico traduzido por ‘conhecer’ (Ya.dhá‛ ) refere-se a ‘ter noção ou conhecimento que’ estavam despidos. O segundo verso apresenta outro sentido para o mesmo termo: coabitar, união intima.
Os termos ‘Ya.dhá’’ (hebraico) e ‘gi.nó.sko’ (grego) são utilizados de modo similar. Compare: Gn 4:17 com Mt 1:25 e Lc 1:34 . Esta similaridade semântica entre as palavras hebraicas do A.T, e as ideias aplicadas ao grego do N. T., demonstra que o significado primário das palavras utilizadas por Jesus e seus discípulos derivam do Antigo Testamento.

‘Conhecer’ a Verdade
“Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos; E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres?” ( Jo 8:31 -33)

Antes de permanecer na palavra de Jesus tornando-se um verdadeiro discípulo é necessário aprender d’Ele. Como aprender do Mestre? Adquirindo saber, conhecimento, ou seja, inteirando-se das palavras do Mestre. Só é possível tornar-se discípulo de Cristo quando se aceita o convite solene: “… aprendei de mim, que sou humilde e manso de coração” ( Mt 11:23 ).
Para aprender de Cristo é necessário ouvir e compreender, conforme se lê: “Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem nem compreendem( Mt 13:13 ; Mc 7:18 ; Lc 2:51 ; 1Jo 2:27 ).
A fase anterior ao permanecer na palavra de Jesus, momento em que o homem ainda não é um verdadeiro discípulo, refere-se a necessidade de um conhecer definido pelos lexicógrafos como: ‘Ter noção ou conhecimento de…’. Para conhecer o evangelho de Cristo é necessário que alguém anuncie a palavra da verdade, e que ouçam acerca desta verdade, pois ‘a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Deus’ ( Rm 10:17 ).
Sem ouvir é impossível compreender. Sem compreender é impossível permanecer no ensino de Cristo, pois “Ouvindo alguém a palavra do reino, e não a entendendo, vem o maligno, e arrebata o que foi semeado no seu coração; este é o que foi semeado ao pé do caminho (…) Mas, o que foi semeado em boa terra é o que ouve e compreende a palavra; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta” ( Mt 13: 19 e 23 ).
Este ouvir, aprender e compreender a palavra da verdade envolve conhecimento, que pode ser designado através do vocábulo “gnôsesthe“, palavra que foi utilizada por Jesus, pelos apóstolos e também por muitos escritores e filósofos gregos significando “ter noção, saber, ou conhecimento de”.
A segunda parte do versículo, onde Jesus declara que: “… e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” ( Rm 8:32 ), o significado do vocábulo traduzido por ‘conhecer’ não se depreende da literatura e nem da filosofia grega. Só é possível compreender a proposta de Jesus quando depreende o significado semântico da palavra conhecer com o auxílio do A. T.
Quando lemos que: “Conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu e teve a Enoque” ( Gn 4:25 ), a palavra ‘conhecer’ tem em seu escopo o significado primário a ideia de ‘relação sexual’. Porém, se observarmos o verso que se segue: “Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne ( Gn 2:24 ), veremos que o sentido da palavra ‘Ya.dhá‛’ é ampliado, deixando de contemplar somente a ideia de ‘relação sexual’, para demonstrar que o homem e a mulher se ‘conhecerem’ “… não são mais dois, mas uma só carne” ( Mt 19:6 ).
Quando Jesus fez esta citação do Antigo Testamento, seus interlocutores passaram a formular questões somente acerca do casamento e do adultério, porém, o apóstolo Paulo nos desvenda o mistério que há por trás desta citação, quando aplica o texto a Cristo e a sua igreja “Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne. Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja” ( Ef 5:31 -32 ).
Por que é grande o mistério? Porque nem de longe os gregos e os judeus consideravam a ideia de que os cristãos ‘conhecem’ a Cristo porque são membros do seu corpo, carne e ossos “Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos” ( Ef 5:30 ).
O mistério é grande:
§  Porque o sentido bíblico da palavra ‘conhecer’ agrega a ideia de que o homem ao unir-se a sua mulher, ambos tornam-se uma só carne, ou seja, a palavra grega traduzida por ‘conhecer’ na Bíblia transcende o seu sentido primário;
§  Porque nem de longe qualquer evolução semântica da palavra ‘conhecer’ proveniente da filosofia ou literatura grega contempla ou traduz a ideia de Cristo como o noivo, e a igreja como noiva;
§  Porque o ‘conhecer’ grego, ora diz de um saber intelectual, ora, diz de um saber espiritual, místico, ou seja, de um saber (gnóstico) que dê sentido a existência humana, e;
§  Porque a ‘verdade’ é considerada pelos gregos somente do ponto de vista filosófico, e nem de longe consideravam que Cristo é a Verdade eterna personificada.
Os gregos e os judeus não compreenderam este grande mistério, visto que o homem natural não pode compreender os mistérios de Deus, pois lhes parece loucura ou escândalo ( 1Co 2:14 ).
Quando Jesus disse: “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim ( Jo 14:6 ), Ele demonstrou que só é possível ir ao Pai por intermédio d’Ele, ou seja, tornando-se um com Ele. Para tornar-se um com Cristo é necessário ‘conhecê-lo’, a verdade que liberta. Individualmente o homem torna-se membro dos outros cristãos, e um só corpo em Cristo, formando a Igreja, a noiva de Cristo ( Rm 12:5 ).
Ora, para ser livre o homem precisa ‘conhecer’ a ‘verdade’, ou seja, tornar-se membro do corpo de Cristo, ser participante da sua carne e do seu sangue, tornar-se um com Ele, pois Ele é a Verdade ( Ef 5:30 ).
É por isso que Ele conclama: “Então disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quiser vir após mim, renuncie-se a si mesmo, tome sobre si a sua cruz, e siga-me;” ( Mt 16:24 ); “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele” ( Jo 6:56 ).
É por isso que o apóstolo João testificou em sua epístola: “E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” ( 1Jo 5:20 ). O ‘sabemos’ é um tipo de conhecimento intelectual. O ‘entendimento’ concedido é outro tipo de conhecimento proveniente da mensagem do evangelho, porém, ‘conhecer o que é verdadeiro’ só ocorre quando se está unido a Cristo, após tornar-se um só corpo e um só espírito “Porque nós, sendo muitos, somos um só pão e um só corpo, porque todos participamos do mesmo pão” ( 1Co 10:17 ); “Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também ( 1Co 12:12 ).
É neste diapasão que o apóstolo Paulo declara: “Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir?” ( Gl 4:9 ). Após tornarem-se um (conhecer) com o Pai e o Filho, como era possível aos cristãos voltarem aos rudimentos fracos que antes serviam? “Para que todos sejam um, como tu, ó Pai, o és em mim, e eu em ti; que também eles sejam um em nós, para que o mundo creia que tu me enviaste” ( Jo 17:21 ). Há algum conhecimento (saber) ou prática que possa suplantar o fato do cristão ser um com o Pai e o Filho?
O apóstolo Paulo queria que soubessem que todos os que creem são um com o Pai e com o Filho. O dia anunciado por Cristo na qual os cristãos conheceriam que o Filho estava no Pai já havia chegado, e os cristãos em Cristo, e Cristo nos cristãos “Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós” ( Jo 14:20 ).
Foi para isto que Deus concedeu o seu Espírito aos cristãos, para que conhecessem que estavam n’Ele e Ele nos cristãos ( 1Jo 4:13 ).
O ‘conhecer’ o amor de Cristo excede todo entendimento, pois ao ‘conhecer’ (união) a Cristo o homem torna-se pleno de Deus, participante da natureza divina ( Ef 3:19 ; 2Pe 1:4 ).
Através deste estudo também é possível compreender como o homem ‘conheceu’ o pecado, ou seja, tornou-se um com o pecado “Que diremos pois? É a lei pecado? De modo nenhum. Mas eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás” ( Rm 7:7 ).
Cristo não conheceu o pecado, ou seja, Ele nunca esteve unido ao pecado, embora soubesse tudo a respeito do pecado e dos pecadores “Àquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que nele fôssemos feitos justiça de Deus” ( 2Co 5:21 ).
Quando Jesus disse: “… então, conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”, Ele estava demonstrando aos seus ouvintes a necessidade de estarem unidos a ele, pois Ele é a verdade que liberta. Qualquer que permanece em Cristo tornar-se um com Ele, sendo membro do seu corpo, carne e ossos, e o homem é verdadeiramente livre do pecado ( 1Co 10:17 ).
Deste modo, temos que qualquer que não o ‘viu’ e nem o ‘conheceu’ ainda é escravo do pecado “Qualquer que permanece nele não peca; qualquer que peca não o viu nem o conheceu” ( 1Jo 3:6 ). Somente após estar em comunhão íntima com Cristo, sendo um só pão e um só corpo, o homem é livre do pecado “Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado” ( Jo 8:34 ).
Neste diapasão, como se lê este verso?
§  “E a vida eterna é esta: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” ( Jo 17:3 );
§  “Ora, a vida eterna é esta: que conheçam a ti, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” ( Jo 17:3 ).
O Novo Testamento Interlinear Grego Português assim reza este verso: “esta[2] E[1] é a eterna [2] vida[1] que conheçam a ti o único verdadeiro Deus e a quem enviaste, Jesus Cristo”, ou seja, a melhor tradução é aquela que omite a preposição ‘por’, pois ela da ideia de um saber, reconhecimento.
Ora, saber que Deus é o único Deus os judeus ‘conheciam’, no entanto, precisavam de salvação, pois Jesus foi enviado para os seus, e eles não O receberam.
Do mesmo modo, o que se podia conhecer de Deus foi manifesto ( Rm 1:21 ), mas o mundo não O ‘conheceu’, pois não receberam o Filho ( Jo 1:10 ), e, conseqüentemente, não receberam o Pai ( 1Jo 2:23 ). Portanto, para conhecer a Cristo, a Verdade que liberta da escravidão do pecado ( Jo 1:10 ), é necessário crer n’Ele, ou seja, tornar-se um com Ele, plenos de Deus ( Jo 1:16 ; Cl 2:10 ).




quinta-feira, 21 de novembro de 2019

O Espírito Santo o maior espirador para nos levar a Adorar a Deus Amém



Música nas escrituras:
A música não é amplamente retratada no Novo Testamento. Grupos de louvor e corais não acompanhavam a pregação de Jesus. Na igreja de Atos dos apóstolos não ouvimos falar em músicas, embora Paulo tenha cantado enquanto estava encarcerado e louvores tenham sido cantado nas igrejas. A única referência que podemos confiar, de música nas igrejas é em I Coríntios 14.26, embora Colossenses 3.16 e Efésios 5.19 reflita bem as atividades de adoração pública.
O culto da igreja Neo-Testamentária é o modelo para nossas igrejas atuais. Reexaminar o que temos feito em nossos cultos é algo latente e necessário. O louvor – tão escasso no Novo Testamento – tornou-se central e crucial na igreja moderna. Equipes de louvor, corais, solos e música especial ocupam grande parte do tempo no culto.
A ênfase que tem se dado ao momento de louvor é gritante. Muitos julgam se uma igreja é boa ou não pela qualidade e quantidade de louvores, e isso é um absurdo! O centro do culto cristão é o próprio Cristo e sua palavra. Lógico que o louvor tem seu momento no culto, e esse momento não deve sobrepujar os momentos de oração e leitura bíblica. Portanto o tempo empregado ao louvor deve ser bem aproveitado.
O Louvor que agrada a Deus
Devemos estar cientes de que o louvor tem como objetivo único e exclusivo agradar a Deus. Não cantamos louvores para agradar nosso irmão, não cantamos louvores para agradar a nosso pastor, nem mesmo para entreter os visitantes com o que é cantado. Deus é o centro de nosso culto. Ele é o único que deve mover nosso coração a louvar e bendizer, logo, é necessário que esse louvor cumpra alguns requisitos:
– O louvor que agrada a Deus tem uma função didática:
Grande parte das heresias que entram em nossas igrejas e na mente do povo de Deus entram por meio dos louvores equivocados, não pela pregação das escrituras. Já ouviu aquela expressão: “uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade”? No louvor acontece da mesma forma.
Uma mentira, uma heresia, um mal entendimento bíblico, repetido várias vezes em nossa mente, por meio dos louvores que cantamos e/ou ouvimos, pode se tornar em algo inquestionável para nós.
Algo quase canônico que, quando confrontados quanto a esse entendimento, temos dificuldade de entender que ele é um entendimento equivocado perante as escrituras, pois ele já está entranhado em nossa mente de tal forma que parece ser uma verdade absoluta. Dito isto, devemos zelar pelo louvor que é cantado em nossas igrejas, pois muitas vezes ele ensina muito mais do que as pregações de nossos pastores.
Temos que utilizar esse atributo pedagógico do louvor para exaltar e engrandecer o ensino bíblico das escrituras, fazendo ribombar por toda parte as verdades celestes, não as mentiras do diabo entranhadas e camufladas.
– O louvor que agrada a Deus deve estar em conformidade com as escrituras:
Cantar para Deus é diferente de cantar para o mundo. No mundo, as pessoas são livres para compor o que bem entenderem, falar sobre vários assuntos, porém, sem base alguma para isso. Mas nós, cristãos, temos o dever de preservar o louvor em conformidade com as escrituras. Não podemos contrariar em nenhum ponto a Bíblia, que é a Palavra de Deus.
Louvar a Deus cantando algo que seja contrário e/ou não esteja em conformidade com um único versículo das escrituras é algo perigoso, pois como queremos agradar a Deus se contrariamos aquilo que Ele nos deixou como Palavra? Como agradar ao Soberano fazendo e falando algo que é contrário a Sua Palavra?
É a mesma coisa quando alguém quer me homenagear com algo que contrarie meus gostos pessoais. Por exemplo, eu sou palmeirense. Se alguém compõe uma música que diga: “Irmão tal é o maior corintiano do Brasil”, é um elogio até certo ponto, pois fere um princípio que eu preestabeleci: o princípio de que sou palmeirense e o Corinthians é um time rival ao meu. Semelhantemente essa é a sensação de Deus, quando alguém canta um louvor a Ele, que contrarie o que ele preestabeleceu, Sua Palavra.
Conclusão
Após a sucinta exposição sobre o louvor que agrada a Deus, convido aos irmãos a refletir e buscar orientação nas escrituras para cantar os louvores em suas igrejas, suas casas e em qualquer outro lugar, a fim de não desagradar a Deus, tendo a sensação de estar agradando-o.
Agradeço a Deus e o louvo pelos seus grandes feitos em mim e na terra Aleluia Glória a ele para sempre Amém

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domingo, 17 de novembro de 2019

Aprendendo com a Bíblia

Observe as verdades desses estudo e comente os pontos que você encontrou com desacordo com a verdade.


1. As Escrituras Sagradas

As Escrituras Sagradas, o Antigo e o Novo Testamento, são a Palavra de Deus escrita, dada por inspiração divina por intermédio de santos homens de Deus que falaram e escreveram ao serem movidos pelo Espírito Santo. (2 Pedro 1:20 e 21; 2 Timóteo 3:16 e 17; Salmos 119:105; Provérbios 30:5 e 6; Isaías 8:20; João 10:35; 17:17; 1 Tessalonicenses 2:13; Hebreus 4:12). 

2. ATrindade

Há um só Deus: Pai, Filho e Espírito Santo. Uma unidade de três Pessoas coeternas. Deus é imortal, onipotente, onisciente, acima de tudo, e sempre presente. (Deuteronômio 6:4; 29:29; Mateus 28:19; 2 Coríntios 13:13; Efésios 4:4-6; 1 Pedro 1:2; 1 Timóteo 1:17; Apocalipse 14:6 e 7). 

3. Deus Pai

Deus o Eterno Pai, é o criador, o originador, o mantenedor e o soberano de toda a criação. Ele é justo e santo, compassivo e clemente, tardio em irar-Se, e grande em constante amor e fidelidade. (Gênenis 1:1; Apocalipse 4:11; 1 Coríntios 15:28; João 3:16; 1 João 4:8; 1 Timóteo 1:17: Êxodo 34:6 e 7; João 14:9).

4. Deus Filho

Deus o Filho Eterno, encarnou-Se em Jesus Cristo. Por meio dEle foram criadas todas as coisas, e é revelado o caráter de Deus, efetuada a salvação da humanidade, julgado o mundo. Jesus sofreu e morreu na cruz por nossos pecados. Em nosso lugar foi ressuscitado dentre os mortos e ascendeu para ministrar no santuário celestial em nosso favor. Ele virá outra vez para o livramento final do Seu povo e a restauração de todas as coisas. (João 1:1-3 e 14; 5:22; Colossenses 1:15-19; João 10:30; 14:9; Romanos 5:18; 6:23; 2 Coríntios 5:17-21; Lucas 1:35; Filipenses 2:5-11; 1 Coríntios 15:3 e 4; Hebreus 2:9-18; 4:15; 7:25; 8:1 e 2; 9:28; João 14:1-3; 1 Pedro 2:21; Apocalipse 22:20).

5. Deus Espírito Santo

Deus o Espírito Santo, desempenhou uma parte ativa com o Pai e o Filho na Criação, Encarnação e Redenção. Inspirou os escritores das Escrituras, encheu de poder a vida de Cristo, ainda hoje atrai, convence os que se mostram sensíveis e transforma os seres humanos à imagem de Deus. Concede dons espirituais à Igreja. (Gênesis 1:1 e 2; Lucas 1:35; 2 Pedro 1:21; Lucas 4:18; Atos 10:38; 2 Coríntios 3:18; Efésios 4:11 e 12; Atos 1:8; João 14:16-18 e 26; 15:26 e 27; 16:7-13; Romanos 1:1-4).

6. Deus é o Criador

Deus é o Criador de todas as coisas e revelou nas Escrituras o relato autêntico da Sua atividade criadora. “Em seis dias fez o Senhor os Céus e a Terra” e tudo que tem vida sobre a Terra, e descansou no sétimo dia dessa primeira semana. (Gênesis 1; 2; Êxodo 20:8-11; Salmos 19:1-6; 33:6 e 9; 104; Hebreus 11:3; João 1:1-3; Colossenses 1:16 e 17).

7. A Natureza do Homem

O homem e a mulher foram formados à imagem de Deus com individualidade e com poder e  liberdade de pensar e agir. Conquanto tenham sido criados como seres livres, cada um é uma unidade indivisível de corpo, mente e alma; e dependente de Deus quanto à vida, respiração e em tudo. Quando nossos primeiros pais desobedeceram a Deus, negaram sua dependência dEle e caíram de sua elevada posição “abaixo de Deus”. A imagem de Deus neles, foi desfigurada, e tornaram-se sujeitos à morte. Seus descendentes partilham dessa natureza caída e de suas consequências. (Gênesis 1:26-28; 2:7; Salmos 8:4-8; Atos 17:24-28; Gênesis 3; Salmos 51:5; Romanos 5:12-17; 2 Coríntios 5:19 e 20).

8. O Grande Conflito

Toda a humanidade está agora envolvida em um grande conflito entre Cristo e Satanás, quanto ao caráter de Deus, Sua Lei e Sua soberania sobre o Universo. Esse conflito originou-se no Céu quando um ser criado, dotado de liberdade de escolha, por exaltação própria, tornou-se Satanás, o adversário de Deus e conduziu à rebelião uma parte dos anjos. Ele introduziu o espírito de rebelião neste mundo. Observado por toda a Criação, este mundo tornou-se o palco do conflito universal, dentro do qual será finalmente vindicado o Deus de amor. (Apocalipse 12:4-9; Isaías 14:12-14; Ezequiel 28:12-18; Gênesis 3; Gênesis 6-8; 2 Pedro 3:6; Romanos 1:19-32; 5:19-21; 8:19-22; Hebreus 1:4-14; 1 Coríntios 4:9).

9. Vida, Morte e Ressurreição de Cristo

Na vida de Cristo, de perfeita obediência à vontade de Deus, e em Seu sofrimento, morte e ressurreição, Deus proveu o único meio de expiação do pecado humano, de modo que os que aceitam essa expiação, pela fé, possam ter vida eterna, e toda a Criação compreenda melhor o infinito e santo amor do Criador. (João 3:16; Isaías 53; 2 Coríntios 5:14, 15 e 19-21; Romanos 1:4; 3:25; 4:25; 8:3 e 4; Filipenses 2:6-11; 1 João 2:2; 4:10; Colossenses 2:15).

10. AExperiência da Salvação

Em infinito amor e misericórdia, Deus fez com que Cristo Se tornasse pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus. Guiados pelo Espírito Santo reconhecemos nossa pecaminosidade, arrependemo-nos de nossas transgressões e temos fé em Jesus como Senhor e Cristo, como Substituto e Exemplo. Essa fé que aceita a salvação, advém do poder da Palavra e é o dom da graça de Deus. Por meio de Cristo somos justificados e libertados do domínio do pecado. Por meio do Espírito, nascemos de novo e somos justificados. Permanecendo nEle, tornamo-nos participantes da natureza divina e temos a certeza da salvação agora e no Juízo. (Salmos 27:1; Isaías 12:2; Jonas 2:9; João 3:16; 2 Coríntios 5:17-21; Gálatas 1:4; 2:19 e 20; 3:13; 4:4-7; Romanos 3:24-26; 4:25; 5:6-10; 8:1-4, 14, 15, 26 e 27; 10:7; 1 Coríntios 2:5; 15:3 e 4; 1 João 1:9; 2:1 e 2; Efésios 2:5-10; 3:16-19; Gálatas 3:26; João 3:3-8; Mateus 18:3; 1 Pedro 1:23; 2:21; Hebreus 8:7-12).

11. Crescimento em Cristo

Por sua morte na cruz, Jesus triunfou sobre as forças do mal. Ele que subjugou os espíritos demoníacos durante Seu ministério terrestre, quebrantou o poder deles e garantiu Sua condenação final. A vitória de Jesus nos dá a vitória sobre as forças do mal que ainda buscam controlar-nos, enquanto caminhamos com Cristo em paz, gozo e na segurança do Seu amor. Agora o Espírito Santo mora em nosso interior e nos dá poder. Continuamente consagrados a Jesus como nosso Salvador e Senhor, somos libertos do fardo de nossas ações passadas. Não mais vivemos nas trevas, sob o temor dos poderes do mal, da ignorância e a insensatez de nossa antiga maneira de viver. Nesta nova liberdade em Jesus, somos chamados a crescer à semelhança de Seu caráter, mantendo uma comunhão diária com Ele por meio da oração, alimentando-nos de Sua Palavra, meditando nela e na providência divina, cantando em Seu louvor, reunindo-nos para adorá-Lo e participando na missão da Igreja. Ao entregar-nos ao Seu amorável serviço por aqueles que nos rodeiam e ao testemunharmos de sua salvação, a presença constante do Senhor em nós, por meio do Espírito, transforma cada momento e cada tarefa em uma experiência espiritual. (Salmos 1:1,2; 23:4; 77:11,12; Colossenses 1:13, 14; 2:6, 14,15; Lucas 10:17-20; Efésios 5:19, 20; 6:12-18; 1 Tessalonicenses 5:23; 2 Pedro 2:9; 3:18; 2 Coríntios 3:17,18; Filipenses 3:7-14; 1 Tessalonicenses 5:16-18; Mateus 20:25-28; João 20:21; Gálatas 5:22-25; Romanos 8:38,39; 1 João 4:4; Hebreus 10:25).

12. A Igreja

A Igreja é a comunidade de crentes que confessam a Jesus Cristo como Senhor e Salvador. Unimo-nos para prestar culto, para juntos nos instruirmos na Palavra, para celebrarmos a Ceia do Senhor, para realizarmos a proclamação mundial do Evangelho. A Igreja é a Família de Deus. A Igreja é o corpo de Cristo. (Gênesis 12:3; Atos 7:38; Mateus 21:43; 16:13-20; João 20:21 e 22; Atos 1:8; Romanos 8:15-17; 1 Coríntios 12:13-27; Efésios 1:15 e 23; 2:12; 3:8-11 e 15; 4:11-15).

13. O Remanescente e sua Missão

A Igreja universal compõe-se de todos os que verdadeiramente creem em Cristo; mas, nos últimos dias, um remanescente tem sido chamado para fora, a fim de guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus. Esse remanescente anuncia a chegada da hora do Juízo, proclama a salvação por meio de Cristo e prediz a aproximação de Seu segundo advento. (Marcos 16:15; Mateus 28:18-20; 24:14; 2 Coríntios 5:10; Apocalipse 12:17; 14:6-12; 18:1-4; Efésios 5:22-27; Apocalipse 21:1-14).

14. Unidade no Corpo de Cristo

A Igreja é um corpo com muitos membros, chamados de toda nação, tribo, língua e povo. Todos somos iguais em Cristo. Mediante a revelação de Jesus Cristo nas Escrituras, partilhamos a mesma fé e esperança e estendemos um só testemunho para todos. Essa unidade encontra sua fonte na unidade do Deus triúno, que nos adotou como Seus filhos. (Salmos 133:1; 1 Coríntios 12:12-14; Atos 17:26 e 27; 2 Coríntios 5:16 e 17; Gálatas 3:27-29; Colossenses 3:10-15; Efésios 4:1-6; João 17:20-23; Tiago 2:2-9; 1 João 5:1).

15. O Batismo

Pelo batismo confessamos nossa fé na morte e na ressurreição de Jesus Cristo e atestamos nossa morte para o pecado e nosso propósito de andar em novidade de vida, sendo aceitos como membros por Sua Igreja. O batismo deve acontecer por imersão na água e seguir as instrução nas Escrituras Sagradas  (Mateus 3:13-16; 28:19 e 20; Atos 2:38; 16:30-33; 22:16; Romanos 6:1-6; Gálatas 3:27; 1 Coríntios 12:13; Colossenses 2:12 e 13; 1 Pedro 3:21).

16. A Ceia do Senhor

A Ceia do Senhor é uma participação nos emblemas do corpo e do sangue de Jesus, como expressão de fé nEle, nosso Senhor e Salvador. A preparação envolve o exame de consciência, o arrependimento e a confissão. O Mestre instituiu a Cerimônia do lava-pés para representar renovada purificação, para expressar a disposição de servir um ao outro em humildade semelhante a de Cristo, e para unir nossos corações em amor. (Mateus 26:17-30; 1 Coríntios 11:23-30; 10:16 e 17; João 6:48-63; Apocalipse 3:20; João 13:1-17).

17. Dons e Ministérios Espirituais

Deus concede a todos os membros de Sua Igreja, em todas as épocas, dons espirituais. Estes são outorgados pela atuação do Espírito Santo, o Qual distribui a cada membro como Lhe apraz, os dons provêm de todas as aptidões e ministérios de que a Igreja necessita para cumprir suas funções divinamente ordenadas. Alguns membros são chamados por Deus e dotados pelo Espírito para funções reconhecidas pela Igreja em ministérios pastorais, evangelísticos, apostólicos e de ensino. (Romanos 12:4-8; 1 Coríntios 12:9-11, 27 e 28; Efésios 4:8 e 11-16; 2 Coríntios 5:14-21; Atos 6:1-7; 1 Timóteo 2:1-3; 1 Pedro 4:10 e 11; Col. 2:19; Mateus 25:31-36). 

18. O Dom de Profecia

Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Esse dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à Igreja. (Joel 2:28 e 29; Atos 2:14-21; Hebreus 1:1-3; Apocalipse 12-17; 19:10).

19. A Lei de Deus

Os grandes princípios da Lei de Deus são incorporados nos Dez Mandamentos e exemplificados na vida de Cristo; expressam o amor, a vontade e os propósitos de Deus acerca da conduta e das relações humanas, e são obrigatórios a todas as pessoas, em todas as épocas. Esses preceitos constituem a base do concerto de Deus com Seu povo e a norma do julgamento de Deus. (Êxodo 20:1-17; Mateus 5:17; Deuteronômio 28:1-14; Salmos 19:7-13; João 14:15; Romanos 8:1-4; 1 João 5:3; Mateus 22:36-40; Efésios 2:8).

20. O Sábado

O bondoso Criador, após os seis dias da Criação descansou no sétimo e instituiu o Sábado para todas as pessoas, como memorial da Criação. O quarto mandamento da imutável Lei de Deus requer a observância desse Sábado do sétimo dia como dia de descanso, adoração e ministério, em harmonia com o ensino e prática de Jesus, o Senhor do Sábado. (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11; 31:12-17; Lucas 4:16; Hebreus 4:1-11; Deuteronômio 5:12-15; Isaías 56:5 e 6; 58:13 e 14; Levíticos 23:32; Marcos 2:27 e 28). 

21. Mordomia

Somos despenseiros de Deus, responsáveis pelo uso apropriado do tempo e das oportunidades, capacidades e posses, e das bênçãos da Terra e seus recursos, que Ele colocou sob o nosso cuidado. Reconhecemos o direito de propriedade da parte de Deus, por meio de fiel serviço a Ele e a nossos semelhantes, e devolvendo os dízimos e dando ofertas para a proclamação de Seu Evangelho e para a manutenção e o crescimento de Sua igreja. (Gênesis 1:26-28; 2:15; Ageu 1:3-11; Malaquias 3:8-12; Mateus 23:23; 1 Coríntios 9:9-14). 

22. Conduta Cristã

Somos chamados para ser um povo piedoso, que pensa, sente e age de acordo com os princípios do Céu. Para que o Espírito recrie em nós o caráter de nosso Senhor, só nos envolvemos naquelas coisas que produzirão em nossa vida, pureza, saúde e alegria semelhantes às de Cristo. (I João 2:6; Efésios 5:1-13; Romanos 12:1 e 2; 1 Coríntios 6:19 e 20; 10:31; 1 Timóteo 2:9 e10; Levíticos 11:1-47; 2 Coríntios 7:1; 1 Pedro 3:1-4; 2 Coríntios 10:5; Filipenses 4:8).

23. Matrimônio e Família

O Casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus como união vitalícia entre um homem e uma mulher, em amoroso companheirismo. Para o cristão, o compromisso matrimonial é com Deus, bem como com o cônjuge, e só deve ser assumido entre parceiros que partilham da mesma fé. No tocante ao divórcio, Jesus ensinou que a pessoa que se divorcia do cônjuge, a não ser por causa de fornicação, e se casa com outro, comete adultério. Deus abençoa a família e tenciona que seus membros ajudem uns aos outros a alcançarem completa maturidade. Os pais devem educar os seus filhos a amarem e obedecerem ao Senhor. (Gênesis 2:18-25; Deuteronômio 6:5-9; João 2:1-11; Efésios 5:21-33; Mateus 5:31 e 32; 19:3-9; Provérbios 22:6; Efésios 6:1-4; Malaquias 4:5 e 6; Marcos 10:11 e 12; Lucas 16:18; 1 Coríntios 7:10 e 11). 

24. O Ministério de Cristo no Santuário Celestial

Há um santuário no Céu. Nele Cristo ministra em nosso favor, tornando acessíveis aos crentes os benefícios do Seu sacrifício expiatório oferecido uma vez por todas, na cruz. Ele foi empossado como nosso grande Sumo Sacerdote e começou Seu ministério intercessório por ocasião da Sua ascensão. Em 1844, no fim do período profético dos 2.300 dias, Ele iniciou a segunda e última etapa de Seu ministério expiatório. O juízo investigativo revela aos seres celestiais quem dentre os mortos será digno de ter parte na primeira ressurreição. Também torna manifesto quem, dentre os vivos, está preparado para a trasladação ao Seu reino eterno. A terminação do ministério de Cristo assinalará o fim do tempo da graça para os seres humanos, antes do Segundo advento. (Hebreus 1:3; 8:1-5; 9:11-28; Daniel 7:9-27; 8:13 e 14; 9:24-27; Números 14:34; Ezequiel 4:6; Malaquias 3:1; Levíticos 16; Apocalipse 14:12; 20:12; 22:12). 

25. A Segunda Vinda de Cristo

A segunda vinda de Cristo é a bendita esperança da Igreja. A vinda do Salvador será literal, pessoal, visível e universal. (Tito 2:13; João 14:1-3; Atos 1:9-11; 1 Tessalonicenses 4:16 e 17; 1 Coríntios 15:51-54; 2 Tessalonicences 2:8; Mateus 24; Marcos 13; Lucas 21; 2 Timóteo 3:1-5; Joel 3:9-16; Hebreus 9:28).

26. Morte e Ressurreição

O salário do pecado é a morte. Mas Deus, o único que é imortal, concederá vida eterna a Seus remidos. Até aquele dia, a morte é um estado inconsciente para todas as pessoas. (1 Timóteo 6:15 e 16; Romanos 6:23; 1 Coríntios 15:51-54; Eclesiastes 9:5 e 6; Salmos 146:4; 1 Tessalonicenses 4:13-17; Romanos 8:35-39; João 5:28 e 29; Apocalipse 20:1-10; João 5:24).

27. O Milênio e o Fim do Pecado

O milênio é o reinado de mil anos de Cristo com Seus santos, no Céu, entre a primeira e a segunda ressurreição. Durante esse tempo serão julgados os ímpios mortos. No fim desse período, Cristo com Seus Santos e a Cidade Santa descerão do Céu à Terra. Os ímpios mortos serão então ressuscitados e, com Satanás e seus anjos, cercarão a cidade; mas o fogo de Deus os consumirá e purificará a Terra. O Universo ficará assim eternamente livre do pecado e dos pecadores. (Apocalipse 20; Zacarias 14:1-4; Malaquias 4:1; Jeremias 4:23-26; 1 Coríntios 6; 2 Pedro 2:4; Ezequiel 28:18; 2 Tessalonicenses 1:7-9; Apocalipse 19:17, 18 e 21).

28. A Nova Terra

Na Nova Terra,  em  que habita justiça, Deus proverá  um lar eterno  para  os  remidos  e um ambiente perfeito para vida, amor, alegria e aprendizado eternos em Sua presença. (2 Pedro 3:13; Gênesis 17:1-8; Isaías 35; 65:17-25; Mateus 5:5; Apocalipse 21:1-7; 22:1-5; 11:15).


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